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Inscrições Abertas

08 de Novembro de 2013

Com o propósito de discutir os avanços, interfaces e práticas integrativas a Faculdade Santa Maria promove o I Congresso Nacional Ciências da Saúde (CONACIS) nos dias 26 a 28 de março de 2014 na cidade de Cajazeiras- PB. Serão palestras, mesas redondas, apresentações de trabalhos, debates, compartilhamento de conhecimento para os profissionais e estudantes da área da saúde. As inscrições estão abertas para as categorias de estudantes de graduação, pós-graduação, professores e profissionais. As inscrições são online e efetivadas após o pagamento da taxa referente à categoria, respeitando os prazos. Os valores são: R$115,00 estudantes de graduação; R$ 155,00 estudantes de pós-graduação; R$ 175,00 professores e profissionais. Garanta já a sua vaga e participe do evento

Edital de Monitores

08 de Novembro de 2013

A participação de um aluno de graduação como monitor em um evento de porte como o I CONGRESSO NACIONAL CIÊNCIAS DA SAÚDE possibilita que o mesmo vivencie uma experiência extracurricular enriquecedora para o seu aprendizado. Sendo assim, o I CONACIS abre o edital de seleção de monitoria para o evento, ofertando 50 vagas para que os alunos desenvolvam as suas habilidades e sintam estimulados a participar em outras vias do evento. As vagas são destinadas para alunos matriculados em cursos em universidades e faculdades do Estado da Paraíba, na área de saúde e afins. Além do conhecimento adquirido o aluno receberá um certificado referentes às atividades com 40 horas e isenção de taxa de inscrição no evento. Disponibilidade, compromisso e responsabilidade são requisitos para participar da seleção. Leia atentamente o edital disponível e se inscreva por meio do formulário online.

Para todos: Saúde ou Remédios?

15 de Novembro de 2013

A hipertensão é a doença mais comum entre as mulheres (26,9%) que entre os homens (21,3%) e também varia de acordo com a faixa etária e a escolaridade. Entre os brasileiros com mais de 65 anos de idade, 59,2% se declaram hipertensos, contra apenas 3,8% na faixa de 18 a 24 anos e 8,8% de 25 a 34 anos. De acordo com os dados do Ministério da Saúde. Já o tempo médio de ensino é inversamente proporcional à hipertensão: quanto maior a escolaridade, menor a taxa. Entre aqueles com até oito anos de educação formal, 37,8% de hipertensão; na outra ponta, com 12 anos ou mais de ensino, o percentual fica em 14,2%. Os serviços públicos ofertados na área com programas educativos para saúde são feitos pelo governo, além de entregas de medicamentos gratuitos, o convênio com farmácias populares que disponibilizam o medicamento com um preço acessível para a população, mostram o investimento do investimento para com a saúde pública no país. A hipertensão atinge 24,3% da população adulta de acordo com dados do ano de 2012. Mas será que a prática de auxílio do governo é suficiente para que a saúde pública no país seja assistida? Quais alternativas para que o país ofereça uma saúde pública de qualidade? Será o aumento de profissionais qualificados ou a educação das pessoas para que tenham uma qualidade de vida? Essas discussões farão parte do I Congresso Nacional de Ciências da Saúde na cidade de Cajazeiras nos dias 26 a 28 de março de 2014.

Largamente defendido como o combustível do futuro, o hidrogênio é um gás altamente explosivo, razão pela qual tem sido difícil convertê-lo no combustível do presente. Mas a solução pode estar na pesquisa feita por cientistas suíços da Escola Politécnica Federal de Lausanne, que afirmam ter fechado o ciclo que permite transformar o hidrogênio em um combustível líquido menos inflamável, pronto para ser armazenado e transportado de forma segura. A equipe do professor Gabor Laurenczy já havia desenvolvido um processo para transformar o ácido fórmico em hidrogênio, uma tecnologia que já está em fase de desenvolvimento industrial. Agora eles fecharam o ciclo, transformando o hidrogênio em ácido fórmico, criando um sistema completo, abrindo o caminho para uma nova fonte de energia totalmente sustentável. Os pesquisadores sintetizaram o ácido fórmico em um único passo, partindo do gás hidrogênio e do CO2 atmosférico - as técnicas já existentes para fazer isso envolvem várias etapas, que geram subprodutos químicos indesejáveis. O pesquisador afirma vislumbrar pequenas unidades de armazenamento de energia nas quais painéis solares fotovoltaicos produzem hidrogênio por eletrólise - as chamadas biorrefinarias fotossintéticas. Esse hidrogênio é então transformado e armazenado na forma de ácido fórmico e, finalmente, transformado novamente em hidrogênio para ser utilizado - produzindo energia elétrica à noite, por exemplo. A tecnologia ainda tem outra possível aplicação: a tão sonhada utilização do CO2 atmosférico (dióxido de carbono) para sintetizar diversos produtos químicos úteis, inclusive combustíveis. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/hidrogenio-e-co2-viram-combustivel-liquido/

Após elevar em 1,57% o preço do gás nacional na semana passada, a Petrobras já tem um novo reajuste agendado, dessa vez para o gás da Bolívia. As bases contratuais, segundo a Associação das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), sinalizam que o gás boliviano será reajustado em até 4% em outubro. O real impacto para o consumidor ainda depende do repasse a ser aplicado pelas distribuidoras e da evolução do câmbio e da cotação das cestas de óleo nos próximos meses -a Gas Energy, por exemplo, não trabalha com cenário de alta em outubro. A possibilidade de aumento do gás, no entanto, já preocupa a indústria, sobretudo do Centro-Sul, onde a perda de competitividade do gás é mais acentuada. O reajuste da última semana reforçou, ainda, as incertezas em torno da continuidade da política de descontos da estatal. Desde 2011, a petroleira vinha congelando o preço do gás nacional para manter a competitividade do insumo, mas já reajustou o combustível em maio e agosto deste ano, informa a Abegás. Desde setembro de 2013, os descontos do preço do gás nacional já caíram, em média, 6,5%. A Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) informou que vê com preocupação a decisão da Petrobras de reduzir mais uma parcela do desconto sobre o gás nacional e que a falta de previsibilidade afasta investimentos em projetos a gás na indústria. De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia, a competitividade do gás já dá sinais de deterioração no maior mercado consumidor do país, São Paulo, que é abastecido por um mix de gás boliviano e nacional. Na área de concessão da Comgás, responsável por um terço do mercado brasileiro de gás, o preço do insumo praticamente ficou parelho ao do óleo combustível. Na semana passada, a Abegás encaminhou uma carta à Petrobras pedindo a revisão da política de preços da estatal para o gás e seus concorrentes. "Existe um desalinhamento nessa política de preços que prejudica a competitividade do gás", comenta o presidente executivo da associação, Augusto Salomon. De acordo com a Abegás, a defasagem do preço do óleo combustível nacional frente ao mercado internacional é de 25%. A Petrobras informou que entre fevereiro de 2011 e agosto de 2014, o preço médio do gás nacional aumentou 6,5%, frente à alta superior a 20% do IPCA. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/abegas-projeta-novo-reajuste-para-o-gas/

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ofereceu ao mercado informações sobre dez áreas de exploração de petróleo que serão devolvidas, com o objetivo de verificar se há interesse para a realização de uma rodada exclusiva com pequenas e médias empresas do setor. As áreas estão nas bacias do Recôncavo, Espírito Santo, Tucano Sul, Paraná e Barreirinhas. Os dados podem ser acessados no site da autarquia por empresas interessadas até 3 de outubro. “Estarão disponíveis para visualização dados sísmicos e de poços”, informou a ANP. A partir da manifestação de interesse de empresas, a agência poderá propor ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a realização da Terceira Rodada de Acumulações Marginais. Áreas que não despertarem interesse seguirão os trâmites para a devolução para a agência. Por ofertar áreas que trazem menores perspectivas de volumes em comparação com grandes rodadas de licitação, os leilões de campos marginais são apelidados pelo mercado de “rodadinhas”. Nesse formato de leilão, as empresas que arrematarem áreas podem iniciar a produção por meio da reabilitação de poços, já que são locais que já passaram por atividades de exploração. O país não realiza um leilão com este formato desde 2006. Somente foram realizados até hoje duas rodadinhas. A primeira delas aconteceu em 2005, quando 16 áreas foram arrematadas, das 17 ofertadas. O total de bônus de assinatura ofertado foi de 3,045 milhões de reais. Já na segunda rodadinha, em 2006, foram arrematadas 11 das 14 áreas ofertadas. O total de bônus ofertado foi de 10,677 milhões de reais. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/anp-seleciona-dez-areas-de-petroleo-que-podem-ser-reofertadas/

GASOLINA VAI SUBIR EM SETEMBRO

07 de Agosto de 2014

A sinalização do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para um novo aumento no preço da gasolina deixou o carioca apreensivo. Mesmo com os valores estáveis nas últimas semanas nas bombas, os motoristas já pensam encerrar o mês com tanque cheio. Especialistas no setor acreditam que a alta ocorrerá no começo de setembro e terá impacto nos índices de inflação. Ao saber da indicação do reajuste, a motorista Danielle Teixeira, 39 anos, levou a mão ao rosto em um sinal de preocupação. Pega de surpresa, ela diz que usará menos o automóvel. “Nenhum aumento é bom, o preço da gasolina deveria ser menor. Vou ter que economizar usando pouco o carro”, disse. Na terça-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu indícios de que pode haver novo aumento no preço da gasolina ainda este ano. “Todos os anos tem correção do preço dos combustíveis”. Uns mais, outros menos. Não teve nenhum ano que não teve aumento da gasolina. Essa é a regra”, afirmou Mantega, sem detalhar a data do reajuste do combustível. Para um executivo do setor, que prefere não se identificar, a alta do valor era esperada para antes do mês de outubro, por conta da defasagem dos combustíveis em relação ao mercado externo e da forte pressão pela autorização do aumento. “Esperávamos esse aumento para o próximo mês, porque o governo não iria conseguir segurar para depois das eleições. A inflação está alta e por isso o reajuste virá, mesmo que escalonado”, acredita o dirigente. Economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz explica que o peso no índice de inflação é de aproximadamente 4%. “Para cada 1% de aumento, o índice contribui com 0,04 ponto percentual para a inflação. E assim o valor se multiplica”, explicou o especialista da instituição. O taxista Antônio Carlos acredita que o faturamento ficará menor: ‘Vou ter que ficar com o prejuízo’. O preço médio dos combustíveis no Município do Rio apresentou estabilidade nas últimas semanas, segundo o Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Nas bombas dos postos o litro da gasolina custava R$ 3,121 entre 6 e 12 de julho e, no último estudo, entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, ficou em R$ 3,109. Uma redução de 0,38%. Os motoristas que abastecem com álcool pagaram caro em comparação a gasolina, apesar de ter sido leve a alta na última semana. No início do mês de julho, o preço do etanol estava em R$ 2,460 e no último sábado custava R$2,437 nos postos, sendo menos vantajoso que a gasolina. O GNV continua como boa opção para abastecer o carro, mesmo com a oscilação de valores nas últimas semanas, segundo a ANP. Em 6 de julho, o metro cúbico do gás combustível custava R$ 1,734. Caiu para R$1,697 no dia 13, teve pequena alta a R$ 1,699 e outra elevação, um pouco maior, para R$ 1,703. Assim, apresentou a maior queda entre os três combustíveis, de -1,78%. O taxista Antônio Carlos, 49 anos e 14 anos de profissão, instalou o GNV em seu carro pela relação custo-benefício. “O preço do gás está alto, mas em compensação eu faço mais quilometragem com ele”, explicou. Mesmo assim, ele lamenta o reajuste da gasolina: “Todo aumento é ruim. Meu faturamento vai ser menor porque a tarifa da viagem será a mesma. O consumidor sempre fica no prejuízo” reclama. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/gasolina-vai-subir-em-setembro/

A Câmara dos Deputados aprovou ontem a Medida Provisória 647/14, que trata da elevação da “banda” de mistura de etanol anidro na gasolina, e também da elevação de biodiesel no óleo diesel. O texto aprovado permite que a proporção de anidro misturado à gasolina chegue a 27,5%, desde que constatada sua viabilidade técnica. Até o momento, o percentual máximo permitido era de 25%. O parecer da Câmara, porém, não mexeu no piso da mistura, que ficou mantido em 18%. A comissão especial do Senado que tratava sobre o tema tinha elevado este piso para 20% em seu texto. Também no texto aprovado ontem, o percentual obrigatório de mistura do biodiesel ao óleo diesel já subiu para 6% em 1º julho e passará para 7% a partir de 1º de novembro deste ano. Até a edição da MP 647, o percentual era de 5%. O texto original da MP permitia que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) retornasse ao percentual de 5% por motivo justificado. Mas o texto aprovado ontem, proposto pelo deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), autoriza a redução até o limite de 6%. Na prática, como explicou o relator, o CNPE poderá trabalhar com qualquer valor entre 6% e 7%. A MP ainda precisa ser analisada pelos senadores. Fonte:http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/camara-aprova-possibilidade-de-aumento-de-biodiesel-em-combustiveis/

A Petrobras informa que iniciou nesta quarta-feira (6) a perfuração do primeiro poço exploratório na área de Libra. Denominado 3-RJS-731, o poço está sendo perfurado pela sonda NS-36 (Schahin Cerrado). Esse é o primeiro de dois poços previstos na primeira fase do Programa Exploratório Mínimo (PEM), firmado com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O poço 3-RJS-731 atingirá a profundidade final (profundidade de água e sedimentos) de 5.850 metros e está a cerca de 170 km da costa do estado do Rio de Janeiro e a aproximadamente 5 km a Sudoeste do poço descobridor, 2-ANP-2A-RJS. Durante a perfuração do poço serão realizados testes para adquirir informações necessárias ao desenvolvimento da produção de Libra. Além da perfuração desses dois poços, o PEM inclui também a realização de um levantamento sísmico 3D PSDM de toda a área do bloco, já concluído, e a realização de um Teste de Longa Duração, que será iniciado em dezembro de 2016. Todo o Programa Exploratório Mínimo será concluído até o final de 2017. O consórcio de Libra é formado pela Petrobras (operadora, com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), juntamente com a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/consorcio-de-libra-inicia-perfuracao-do-primeiro-poco-exploratorio/

A produção no pré-sal aumentou 6,2% em relação ao mês anterior, totalizando 583,2 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 478 mil barris diários de petróleo e 16,7 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. A produção teve origem em 33 poços, localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Barracuda, Caratinga, Búzios, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá, Trilha e na área de Iara. Os poços do “pré-sal” são aqueles cuja produção é realizada no horizonte geológico denominado pré-sal, em campos localizados na área definida no inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.351, de 2010. O aproveitamento do gás natural no mês foi de 95,1%. A queima de gás natural em junho foi cerca de 4,3 milhões de metros cúbicos por dia, uma redução de aproximadamente 9,9% em relação ao mês anterior e aumento de 14,7% em relação a junho de 2013. Em torno de 90,4% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Aproximadamente 92,4% da produção de petróleo e 73,5% da produção de gás natural do Brasil foram extraídos de campos marítimos. O campo de Roncador, na bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com média de 256,2 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o campo de Mexilhão, na bacia de Santos, com média diária de 6,6 milhões de metros cúbicos. A plataforma P-52, localizada no campo de Roncador, produziu, através de 14 poços a ela interligados, cerca de 134 mil barris de óleo equivalente por dia e foi a unidade com maior produção. Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 108,8 barris diários de petróleo e 2,3 mil metros cúbicos de gás natural por dia. Dentre esses campos, Bom Lugar, operado pela Alvopetro, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com 40,1 barris de óleo equivalente por dia. A produção procedente das bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) foi de 171,4 Mboe/d, sendo 141,4 Mbbl/d de petróleo e 4,8 MMm³/d de gás natural. Desse total, 4,1 Mboe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, sendo 332 boe/d no Estado de Alagoas, 2,.025 boe/d na Bahia, 33 boe/d no Espírito Santo, 1.424 boe/d no Rio Grande do Norte e 262 boe/d em Sergipe. Em junho, 303 concessões, operadas por 24 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 82 são concessões marítimas e 221 terrestres. Vale ressaltar que, do total das concessões produtoras, duas encontram-se em atividade exploratória e produzindo através de Teste de Longa Duração (TLD), e outras sete são relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. O grau API médio do petróleo produzido no mês foi de aproximadamente 24,5°, sendo que 10 % da produção é considerada óleo leve (>=31°API), 59% é óleo médio (>=22°API e <31°API) e 31% é óleo pesado (<22°API), de acordo com a classificação da Portaria ANP nº 09/2000. A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 9.060 poços, sendo 799 marítimos e 8.261 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Canto do Amaro, bacia Potiguar, com 1.115 poços. Marlim, localizado na bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores, 60 no total. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/producao-de-petroleo-aumenta-69-e-a-de-gas-natural-82/

A décima terceira rodada de licitação de blocos exploratórios de petróleo deverá ter foco na chamada “margem leste” do país, disse nesta segunda-feira a diretora-geral da Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard. Um primeiro estudo com recomendações para a realização da rodada já foi enviado ao governo, segundo a diretora-geral. “O foco é a margem leste, que vai do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte”, afirmou Magda a jornalistas, ao sair de solenidade de comemoração dos 10 anos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Ela não foi específica ao falar sobre as regiões a serem leiloadas. “Temos que aguardar a posição de quem define política, que é o governo”, declarou. Em declarações recentes, Magda afirmou que a expectativa é que o leilão aconteça no próximo ano. O próximo leilão não incluirá áreas no pré-sal. Sobre um leilão do pré-sal, ainda sem data, Magda explicou que a agência está fazendo uma série de estudos de avaliação das áreas. A próxima que deverá apresentar resultados é a Alto de Cabo Frio, que fica na divisa de Santos e Campos. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/proximo-leilao-de-areas-de-petroleo-tera-foco-na-margem-leste-diz-anp/

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) informou que foram arrematados 625,7 milhões de litros de biodiesel no 38º leilão realizado pela agência — 99% deste volume de produtores detentores do selo Combustível Social. Segundo a ANP, o preço médio dos negócios foi de R$ 1,913,70 por litro, sem considerar a margem Petrobras. O valor total negociado atingiu R$ 1,209 bilhão, um deságio médio de 7,8%, quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,077/L). Com o total comercializado, verifica-se que o mercado de óleo diesel prevê uma comercialização de cerca de 10,4 bilhões de litros de “B6” (mistura de 6% de biodiesel no diesel) para o quarto bimestre de 2014. Os leilões visam a atender à mistura obrigatória de 6% de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor, válida desde 1º de julho deste ano.

O ship to ship underway, transferência de petróleo e gás liquefeito entre navios em mar aberto, foi tema de importante seminário internacional promovido pela Sobena e organizado pela Zoom Out, agência de comunicação focada no setor de petróleo e gás, dia 19/08 no Centro do Rio. Esse tipo de operação ainda é recente e se torna uma importante alternativa para atender ao escoamento da produção de óleos do pré-sal. No seminário, a Sociedade Brasileira de Engenharia Naval buscou esclarecer todos as fases do processo como treinamento e simulações, análise de riscos, respostas às emergências, experiências internacionais e a implantação no Brasil. A Petrobras recebeu autorização para realizar este tipo de operação no litoral capixaba e segundo o gerente de operações de instalações offshore da Transpetro, Luiz Carlos Barradas, o procedimento se mostra como uma alternativa ao uso da logística portuária brasileira com redução de custos de atracação da embarcação no porto e mais agilidade, pois os navios podem estar em movimento. Barradas coloca ainda que o setor ficou sem investimento por muito tempo e como a produção cresce muito, a logística precisa de novas opções, como as operações ship to ship. O seminário foi para 100 pessoas formadoras de opinião do mercado entre diretores e gerentes de grandes empresas como Petrobras, Transpetro, DNV, Prumo Logística, Lloyd´s register, BG do Brasil, NOV e Shell. Para o presidente da Sobena, Floriano Pires, o setor naval brasileiro caminha na direção de um melhor padrão de desempenho, não há como ficar concentrado na infraestrutura existente. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/evento-discute-escoamento-da-producao-de-oleos-do-pre-sal/

O fortalecimento da engenharia básica brasileira de projetos para a indústria de petróleo e gás é fator decisivo para o sucesso do setor, que passaria a ter maior índice de conteúdo local e daria maior incentivo às empresas nacionais. A afirmação é do diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi. Ele participou nesta quinta-feira (21), do lançamento do livro "Construindo uma indústria nacional de petróleo offshore - a experiência da Noruega", no Rio de Janeiro. "Hoje a nossa maior necessidade é a engenharia básica. Os projetos atuais, mesmo das empresas exploradoras brasileiras, são quase todos feitos no exterior, por engenheiros que não conhecem o mercado brasileiro, os fornecedores que temos aqui", destacou Abijaodi. Segundo ele, isso faz com que as especificações dos projetos beneficiem as fornecedoras de peças e componentes, máquinas e equipamentos e também de serviços estrangeiras. Se houver uma política de privilegiar a engenharia básica brasileira do setor de petróleo e gás, não só as empresas exploradoras desses recursos naturais sairão ganhando, tendo os fornecedores mais próximos, como parceiros, mas também toda a cadeia produtiva, com mais oportunidades para as indústrias locais. "Podemos descobrir os recursos que temos aqui, além de articular mais inovações para aumentarmos a oferta de produtos e serviços", explicou Abijaodi. O diretor da CNI disse que a grande dificuldade para o fortalecimento dessa área é a educação no Brasil. "Ainda temos grandes dificuldades na formação de pessoal, tanto no nível básico quanto no mais avançado", reconheceu. "É preciso mudar isso, mas só com incentivos do próprio mercado é que as pessoas, os profissionais vão querer ir para essa area", afirmou. - O autor do livro, Helge Ryggvik, contou como foi importante para a indústria offshore da Noruega apostar na engenharia básica. "Foi fundamentalmente isso que possibilitou o crescimento da indústria, porque desenvolvemos profissionais, não somente os engenheiros mas também os profissionais de plataforma e outros, desenvolvemos uma indústria fornecedora e também contratos mais duradouros", disse Ruggvik. O livro, da editora Campus, foi lançado hoje em evento da CNI em parceria com o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), no Rio de Janeiro. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/engenharia-basica-pode-impulsionar-industria-brasileira-de-petroleo/

A produção de petróleo da Petrobras em agosto subiu para cerca de 2,1 milhões de barris por dia, sétimo mês consecutivo de alta, disse nesta quarta-feira (3) a presidente da companhia, Maria das Graças Foster, em evento do setor no Rio de Janeiro. Em julho, a produção de petróleo da empresa no Brasil foi de 2,049 milhões de barris por dia, alta de 2% sobre junho e avanço de 8,6% contra um ano antes. "Nós, na Petrobras, estamos entusiasmados com o presente e completamente crédulos com o futuro próximo", disse Graça Foster. "Nossa produção sobe pelo sétimo mês. Os números de agosto ainda não fecharam, mas beiram 2,1 milhões de [barris de] óleo ao dia."A Petrobras conectou 17 novos poços marítimos no segundo trimestre e planeja conectar mais 33 entre julho e dezembro. No início de agosto, e Petrobras já tinha informado que sua produção de petróleo no Brasil estava na faixa de 2,1 milhões de barris por dia nos primeiros dias do mês, um patamar que não era visto desde o início de 2012. A companhia mantém a previsão de elevar a extração nacional em 7,5% em 2014, com margem de tolerância na estimativa de 1 ponto percentual para cima ou para baixo. "A gente trabalha firme para atingir a meta de 7,5", disse a jornalistas o diretor de Exploração e Produção da estatal, José Formigli, no mesmo evento. Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/09/producao-de-petroleo-da-petrobras-sobe-em-agosto-diz-graca-foster.html

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) informou nesta terça-feira (2) que a produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de julho atingiu 2,82 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) por dia, sendo 2,267 milhões de barris diários de petróleo, e 87,9 milhões de metros cúbicos de gás natural. Segundo a ANP, o volume é o maior já registrado, superando o do mês anterior, quando a produção de petróleo e gás natural totalizou 2,79 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Ainda de acordo com o Boletim da Produção da ANP, o resultado foi puxado pela produção de petróleo, que também superou a marca alcançada no mês anterior, de 2,246 milhões de barris por dia. Em relação a junho de 2014, o aumento na produção de petróleo foi de 1%. Já em comparação com julho de 2013, houve alta de 14,8%. Já a produção de gás natural em julho de 2014 superou em 1,5% a do mês anterior, de 86,6 milhões de metros cúbicos por dia, e em 12% a de julho de 2013. Em torno de 90,7% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Aproximadamente 92,5% da produção de petróleo e 73,5% da produção de gás natural do Brasil foram extraídos de campos marítimos. Assim como ocorreu em junho, o campo de Roncador, na bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com média de 273,1 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o campo de Mexilhão, na bacia de Santos, com média diária de 6,8 milhões de metros cúbicos. Segundo os dados da ANP, a produção no pré-sal diminuiu 0,1% em julho em relação ao mês anterior, totalizando 582,8 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 480,8 mil barris diários de petróleo e 16,2 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. A produção teve origem em 34 poços, localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Jubarte, Barracuda, Caratinga, Búzios, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá, Trilha e nas áreas de Iara e Entorno de Iara. Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/09/producao-de-petroleo-e-gas-natural-bate-recorde-diz-anp.html

Os contratos de petróleo operam em queda nesta segunda-feira, 08, com o brent abaixo de US$ 100 por barril pela primeira vez em 15 meses, diante das contínuas incertezas sobre o crescimento da economia global e sobre o desenrolar das tensões geopolíticas. Os dados fracos sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos divulgados na sexta-feira apagaram o avanço feitos pelos preços do petróleo no início da semana passada. A baixa criação de empregos no país aponta para uma recuperação econômica mais lenta e, assim, uma demanda menor por petróleo adiante. As perspectivas para o crescimento da Europa e da China, outros grandes mercados para o petróleo, também são ruins, como observou Andrey Kryuchenkov, analista do VTB Capital. Além disso, o cessar-fogo anunciado na sexta-feira, 05, entre o governo da Ucrânia e separatistas é mais um fator de pressão sobre os preços do petróleo. No entanto, ainda há muita incerteza sobre como a crise da Ucrânia, o referendo de separação da Escócia e a turbulência no Oriente Médio podem afetar os preços da commodity. "Todos esses eventos têm implicações diretas para a demanda por petróleo, a oferta de petróleo e os preços do petróleo e implicações indiretas por meio do sentimento pelo risco e dos movimentos das moedas. Nós apenas ainda não sabemos quais são essas implicações", disse David Hufton, da PVM. Às 7h21 (de Brasília), o brent para outubro caía 0,93% na ICE, para US$ 99,88 por barril, enquanto o contrato para outubro negociado na Nymex recuava 0,83%, para US$ 92,52 por barril. Fonte: Dow Jones Newswires. Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/economia-global-preocupa-derruba-petr%C3%B3leo-102600642--finance.html

Nos dias 3 e 4 de setembro, o evento Produtividade em Ação 2014, realizado no Hotel Windsor Atlântica, no Rio de Janeiro, promoveu o encontro da indústria de óleo e gás brasileira com os principais executivos da engenharia americana para trocar experiências em busca de aumentar a produtividade no país, atualmente em níveis muito abaixo dos índices de países desenvolvidos. A presidente do Centro de Excelência em EPC (CE-EPC), Renata Baruzzi, que fez a abertura do evento, ressaltou a importância de um planejamento detalhado para que as empresas consigam ter resultados melhores na execução de projetos, destacando que a atuação do Centro de Excelência tem sido focada na busca de soluções para ajudar o Brasil a avançar nesse processo."O CII tem uma história de 30 anos e o que temos feito é pegar o conhecimento e a experiência deles para trazer para cá, fazer alguns ajustes para a nossa realidade, e implantar nas empresas brasileiras, para depois medir se as práticas estão gerando ganhos", disse.O diretor executivo da consultoria Tripoint, Cláudio Makarovsky, que faz a moderação das apresentações e deixou recentemente a presidência do conselho de petróleo e gás da Abimaq, ressaltou a importância da busca por novas métricas e metodologias a serem implementadas no país, com o intuito de melhorar o cenário nacional."Foi feito um estudo indicando que o trabalhador brasileiro gerou, nos últimos 12 meses, US$ 4 por hora trabalhada, contra US$ 25 gerados por cada trabalhador americano", afirmou.De acordo com o estudo mencionado por Makarovsky, a produtividade brasileira nas obras precisar crescer mais de cinco vezes para atingir os mesmos índices americanos.Comparando percentualmente, o ganho gerado por um trabalhador brasileiro representa apenas 16% do que um trabalhador americano gera no mesmo período de tempo.O evento contou com apresentações sobre soluções utilizadas ao redor do mundo para elevar o índice de produtividade em projetos do segmento. A presidente do Centro de Excelência em EPC (CE-EPC), Renata Baruzzi, que fez a abertura do evento, ressaltou a importância de um planejamento detalhado para que as empresas consigam ter resultados melhores na execução de projetos, destacando que a atuação do Centro de Excelência tem sido focada na busca de soluções para ajudar o Brasil a avançar nesse processo. "O CII tem uma história de 30 anos e o que temos feito é pegar o conhecimento e a experiência deles para trazer para cá, fazer alguns ajustes para a nossa realidade, e implantar nas empresas brasileiras, para depois medir se as práticas estão gerando ganhos", disse. O diretor executivo da consultoria Tripoint, Cláudio Makarovsky, que faz a moderação das apresentações e deixou recentemente a presidência do conselho de petróleo e gás da Abimaq, ressaltou a importância da busca por novas métricas e metodologias a serem implementadas no país, com o intuito de melhorar o cenário nacional. "Foi feito um estudo indicando que o trabalhador brasileiro gerou, nos últimos 12 meses, US$ 4 por hora trabalhada, contra US$ 25 gerados por cada trabalhador americano", afirmou. De acordo com o estudo mencionado por Makarovsky, a produtividade brasileira nas obras precisar crescer mais de cinco vezes para atingir os mesmos índices americanos. Comparando percentualmente, o ganho gerado por um trabalhador brasileiro representa apenas 16% do que um trabalhador americano gera no mesmo período de tempo. O evento contou com apresentações sobre soluções utilizadas ao redor do mundo para elevar o índice de produtividade em projetos do segmento. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/produtividade-brasileira-precisa-crecer-cinco-vezes-para-alcancar-a-americana/

A produção de petróleo em Sergipe permaneceu na faixa de 1,3 milhão de barris em julho e foi praticamente igual a junho. Se comparado com o sétimo mês do ano passado, a produção teve alta de 14,5%. O dado foi divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Boletim Sergipe Econômico com base nos dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). De janeiro a julho deste ano o estado produziu 9 milhões de barris de petróleo. Desses, 67,2% foram retirados em terra e 32,8% do mar. Já a produção de gás natural somou 588.844 barris equivalentes de petróleo (bep) em julho. No comparativo anual, a produção cresceu 16,6% e chega a ser a 6ª alta. Em relação a julho deste ano, houve um aumento de 3,7%.O total de gás natural produzido este ano superou 3,8 milhões de barris, com alta de 3,1% comparado ao mesmo período de 2013. Os campos marítimos foram responsáveis por 91,2%, e em terra respondeu por 8,8% do total. O Núcleo de Informações Econômicas da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (FIES) e do Departamento de Economia da UFS também ajudaram na análise dos dados. Fonte: http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2014/09/cresce-producao-de-petroleo-e-gas-natural-em-julho-em-sergipe.html

O principal alento para a balança comercial brasileira este ano vem do comércio de petróleo, vilão do comércio exterior nos últimos anos. O preço do barril vem cedendo, ancorado na maior oferta e na retração da demanda global. A tendência é de uma melhora no déficit comercial da chamada conta-petróleo. Na última semana, a cotação do petróleo do tipo Brent, referência internacional de preços, caiu abaixo dos R$ 220 (US$ 100) pela primeira vez em 16 meses. Até aqui nem os conflitos próximos a regiões produtoras como Iraque, Ucrânia e Líbia ajudaram a cotação do barril a reagir. Para o Brasil, o ciclo de baixa é positivo porque historicamente o País têm registrado déficit na balança do produto e seus derivados, com o valor das importações ultrapassando o das exportações e pressionando o balanço da Petrobras. A estatal vem sofrendo com a defasagem de preços dos derivados no mercado doméstico ante o preço de importação. Além do arrefecimento do preço, o País está exportando mais petróleo. A Petrobras estima uma alta de 7,5% de sua produção de óleo bruto e gás neste ano. Até agosto o déficit acumulado na balança do petróleo e combustíveis foi de R$ 26,5 bilhões (US$ 12,9 bilhões), 30,8% menor que o de igual período de 2013. O presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), José Augusto de Castro, calcula que a conta do petróleo feche em um vermelho mais suave: R$ 32 bilhões (US$ 15,8 bilhões), ante cerca de R$ 50 bilhões (US$ 23,7 bilhões) no ano passado. — Este ano o superávit será ajudado pela queda no valor da importação e o aumento da quantidade de petróleo produzida e exportada, um efeito que não vai se repetir em 2015.Em julho, a AEB reduziu sua previsão para o saldo comercial total brasileiro no ano em 75,2%, para apenasUS$ 635 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Fonte: http://noticias.r7.com/economia/petroleo-mais-barato-favorece-contas-do-brasil-14092014

Com o início da mistura B6 (6% de biodiesel) no diesel, a produção brasileira deste biocombustível atingiu, em julho, o maior volume mensal neste ano, com 302 mil m³, quantidade 26% maior do que a produzida em junho (238 mil m³). No acumulado do ano, a produção do combustível atingiu 1.793 mil m³, que representa um crescimento de 8% em comparação ao mesmo período em 2013, quando foram produzidos no País 1.660 mil m³. Os dados constam no Boletim Mensal de Combustíveis Renováveis nº 79, divulgado mensamente pelo Departamento de Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME). A capacidade instalada de produção de biodiesel se manteve praticamente estável em julho, com 7.538 mil m³/ano. Dessa capacidade, 91% dos produtores são empresas detentoras do selo Combustível Social, criado para estimular a inclusão social na agricultura dentro da cadeia produtiva do biodiesel. Quanto ao etanol, o boletim aponta que a produção do combustível no mês de julho (safra 2014/2015) foi de 3,4 bilhões de litros. Foram consumidos no mês 1,91 bilhão de litros de etanol, em patamar similar ao de junho deste ano. Figura entre os destaques do mês para o setor de biocombustíveis a ratificação, pelo Senado, da elevação da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel definida pelo Poder Executivo (de 6% desde 1º de julho passado e 7% a partir de 1º de novembro de 2014), e ainda o aumento para 27,5% do limite máximo de adição de etanol anidro na gasolina. Essa última medida está sujeita a testes que comprovem a viabilidade técnica. O boletim tem como objetivo compilar informações relevantes sobre etanol e biodiesel e disponibilizá-las de modo transparente e sistemático para a sociedade. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/producao-de-biodiesel-cresce-em-julho/

Motivada pelo desafio contínuo de manter o equilíbrio com o meio ambiente em todo o ciclo de vida de seus produtos, a Honda implementou, neste mês de setembro, o uso de gás natural no processo produtivo de motocicletas da fábrica de Manaus (AM). A iniciativa, que contou com investimentos na ordem de R$ 2,5 milhões, permitirá que a empresa deixe de emitir mais de 1500 toneladas de CO2 por ano. Para viabilizar o recurso, a Honda instalou uma estação de medição e redução de pressão com capacidade para fornecer, por hora, 4.000m³ de gás natural proveniente do gasoduto local de Urucú. Trata-se de um combustível limpo, que emite quase a metade de CO2 gerado pelo carvão e petróleo. A medida foi adotada, em substituição ao GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), nas etapas de geração de vapor, derretimento do alumínio e secagem da pintura das motocicletas produzidas na capital manauara. Compromisso ambientalO investimento constante em ações que reduzam os impactos ambientais das suas atividades e produtos é premissa da Honda. Nesse sentido, a empresa tem como meta global a redução de 30% das emissões de CO2 geradas em suas atividades até 2020. No Brasil, em 2009, a Moto Honda foi pioneira ao lançar a primeira motocicleta flex do mundo. Hoje, já são seis os modelos flex produzidos no País: CG 150 Titan Mix, NXR 150 Bros, CG 150 Fan, Biz 125, CB 300R e XRE 300, que representam juntos mais de 60% das vendas da marca. Somando-se às operações de motocicletas, produtos de força e automóveis, o que inclui a construção do primeiro parque eólico da empresa no mundo, a Honda investiu, de 2011 a julho de 2014, aproximadamente R$ 120 milhões em gestão ambiental no Brasil. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/moto-honda-inicia-operacoes-com-gas-natural/

Atualmente com mais de 90 estagiários, a Shell mantém abertas as inscrições para estudantes do Rio de Janeiro e São Paulo para o seu Programa de Estágio. Interessados devem estar cursando Administração, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharia de Produção, Marketing e Publicidade. As inscrições devem ser feitas no site www.shell.com.br/rh/. Os candidatos devem se formar entre julho e dezembro de 2016 e ter nível avançado de inglês. O início das atividades está previsto para o fim de 2014 e início de 2015, com duração de um ano e meio a dois anos. O Programa Estágio de Verão é voltado para estudantes de fora do Rio que desejam aproveitar o período de férias da universidade para conhecer a rotina de uma grande empresa. As atividades são desenvolvidas na sede da companhia, na capital fluminense, e têm duração de seis semanas, com início em janeiro de 2015. A Shell financia as passagens aéreas dos estagiários e oferece ajuda de custo para moradia, alimentação e translado. Os candidatos devem ter previsão de formatura para dezembro de 2015 e estar cursando Administração, Comunicação Social, Marketing e afins e Psicologia. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/shell-mantem-abertas-inscricoes-para-processos-seletivos/

Desde setembro, a estatal russa Gazprom tem fornecido menos que o solicitado à Polônia, a Eslováquia, a Áustria e a Hungria – depois que a União Europeia começou a enviar gás à Ucrânia–, em um claro aviso de Moscou antes da temporada de aquecimento trazida pelo inverno, que começa oficialmente nesta quarta-feira, quando a indústria passa a cobrar preços mais altos. “Ninguém deveria ser surpreendido pelas ações da Rússia. Eles querem manter a pressão sobre a Ucrânia… no início da temporada de aquecimento”, disse Michael LaBelle, especialista em gás da Universidade Centro-Europeia em Budapeste. A Rússia é o maior fornecedor de gás natural da Europa, atendendo a quase um terço da demanda anual e, em troca, a Gazprom recebe cerca de 80 bilhões de dólares em receitas anuais de seus consumidores europeus, que corresponde à maior parte de seus rendimentos. Embora analistas não vejam a situação até agora como o início de uma “guerra de gás”, eles concordam que é um alerta à Europa de que a Rússia está preparada para retaliar caso Bruxelas imponha mais sanções contra Moscou por sua intervenção na Ucrânia. “As reduções de exportação da Rússia podem na verdade acabar se mostrando bastante inofensivas. Mas o fato de que não avisaram a ninguém com antecedência mostra que ninguém deve acreditar em uma explicação que receba, e isso por si só é prejudicial”, disse o embaixador de segurança energética tcheco, Vaclav Bartuska. Ele acrescentou que seria tolice esperar que o gás flua normalmente através da Ucrânia durante o inverno europeu. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/temporada-de-inverno-intensifica-disputa-de-gas-entre-russia-e-europa/

O pagamento de royalties do petróleo e gás natural, para o estado de Sergipe, no mês de setembro, chegou a R$ 13,5 milhões, valor referente à produção do sétimo mês do ano. O repasse recebido no mês passado foi o maior para meses de setembro, de acordo com a série histórica que se iniciou em 1999. Os dados foram divulgados pelo Boletim Sergipe Econômico. m termos relativos, houve a elevação de 3,3% em relação a setembro do ano passado. No comparativo com o mês imediatamente anterior, agosto último, contudo, houve redução de 5,2%. No nono mês do ano, o município de Japaratuba apresentou o maior recebimento de royalties no estado, chegando a R$ 3,4 milhões. Em seguida aparecem Aracaju e Pirambu que receberam R$ 3,2 milhões e R$ 2,5 milhões em royalties, respectivamente. O município de Carmópolis também merece destaque com receita de R$ 1,1 milhão, referente à extração de petróleo e gás. Fonte: http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2014/10/royalties-beneficia-aracaju-e-japaratuba.html

A Petrobras informa que confirmou a extensão de uma acumulação de hidrocarbonetos em águas ultraprofundas, no pós-sal da Bacia do Espírito Santo, através da perfuração do poço de extensão 3-BRSA-1253D-ESS (nomenclatura ANP) / 3-ESS-219D (nomenclatura Petrobras), informalmente conhecido como Pudim, em profundidade de água de 1.886 metros. Esse poço está localizado na área do Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) de Brigadeiro, a 121 km da cidade de Vitória, no estado do Espírito Santo. Foi comprovada a presença de óleo de boa qualidade através da análise de dados de perfis, de amostragens de fluido e de teste a cabo, em reservatórios localizados em profundidade de cerca de 3.550 metros. A Petrobras é a operadora do consórcio para exploração do Plano de Avaliação da Descoberta (PAD) de Brigadeiro (65%), em parceria com a Shell Brasil Petróleo Ltda (20%) e Inpex Petróleo Santos Ltda (15%). O consórcio dará continuidade à perfuração do poço até a profundidade final prevista de 4.500 metros. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/descoberta-em-aguas-ultraprofundas-na-bacia-do-espirito-santo/

Para Galuccio, o cargo na YPF não é apenas um desafio profissional. “Ele traz a possibilidade de ajudar a Argentina a recuperar sua independência energética”, diz ele. “Esta é uma empresa que eu amo e que é parte das idiossincrasias da Argentina”. Galuccio, um ex-executivo da companhia de serviços de petróleo Schlumberger, já logrou algumas vitórias. Ele ajudou a convencer o governo a aumentar os preços das novas descobertas de gás natural para US$ 7,5 por milhão de unidades térmicas britânicas, o triplo do que a YPF obtinha antes. Ele vem também elevando repetidamente os preços nos 1.500 postos de gasolina da YPF. Esses aumentos são cruciais porque as vendas representam 80% do orçamento de exploração e produção da empresa. Os aumentos também possibilitaram à companhia quase dobrar seus investimentos nos primeiros nove meses de 2013, para cerca de US$ 3 bilhões, e elevar o lucro líquido em 11% ante o mesmo período de 2012, para cerca de US$ 500 milhões. Ainda mais importante foi o papel decisivo de Galuccio em obter o apoio do governo para um plano recente de pagar US$ 5 bilhões à Repsol pela nacionalização da YPF, segundo pessoas a par do assunto. O acordo poderia facilitar a emissão de títulos de dívida da YPF no exterior e ajudar a atrair investimento novo. Mas não foi fácil chegar ao acordo. Após a nacionalização, em maio de 2012, a Repsol processou a Argentina, exigindo US$ 10,5 bilhões como compensação, e ameaçou processar também as firmas que se associassem à YPF. As autoridades argentinas responsáveis pela nacionalização, por sua vez, alegaram inicialmente que era a Repsol quem devia dinheiro ao país. O acordo, que ainda depende da aprovação final da Repsol, foi um grande êxito para Galuccio, que conseguiu levar à mesma mesa de negociações representantes dos setores público e privado da Argentina, Espanha e México, cuja estatal Petroleos Mexicanos tem 9% da Repsol. O cargo de Galuccio o coloca no meio da corrida global para reproduzir em outros países a revolução do petróleo e gás não convencionais — aqueles de formações de xisto e outras que requerem técnicas especiais de extração —, que nos últimos anos tornou os EUA o maior produtor do mundo. Galuccio, que tem 45 anos, quer criar um boom semelhante na Argentina explorando a formação de xisto de Vaca Muerta. As concessões de petróleo e gás da YPF cobrem cerca de 40% da formação, que se estende pelas províncias de Neuquén e Mendoza no sul da Argentina. Em julho, a Chevron Corp. CVX -2.92% , segunda maior petrolífera do mundo, concordou em financiar a maior parte da sociedade de US$ 1,5 bilhão que fez com a YPF para desenvolver Vaca Muerta. (Reportagem na íntegra: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/lider-da-ypf-tenta-superar-barreiras-politicas-para-extrair-riqueza-do-xisto/ )

Inscrições serão realizadas de 03 a 21 de novembro. A Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) lançou edital para concurso de provas e títulos destinados a seleção de um professor de Engenharia de Petróleo do Centro de Ciência e Tecnologia (CCT), campus sede. Exige-se que o candidato possua doutorado em umas das seguintes áreas, Engenharia de Petróleo, Engenharia de Processos, Engenharia Química, Engenharia de Materiais, Engenharia Mecânica, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Naval, Engenharia Metalúrgica e de Materiais, Engenharia Civil ou Química Industrial. A área de conhecimento objeto do concurso é Produção de Petróleo e Gás. A carga horária é de 40 horas semanais, com dedicação exclusiva. A remuneração é de R$ 8.344,64. Os interessados deverão realizar a inscrição de 03 a 21 de novembro na Secretaria da Unidade Acadêmica de Engenharia Mecânica, Bloco BR, campus sede. O horário de atendimento será das 08h às 11h e das 14h às 17h. A taxa custa R$ 150. Para mais detalhes e informações, acesse o edital: http://www.ufcg.edu.br:8080/chamadas/downloads/842953.pdf

A Bolt Energias assina contrato com a Areva Renewables Brasil para desenvolvimento da termelétrica (UTE) Campo Grande BioEletricidade, localizada em São Desidério (BA). O investimento total da Bolt Energias na usina é de R$ 650 milhões. A Areva será responsável por toda engenharia, compras e construção (EPC, em inglês) da usina, uma das maiores da América Latina abastecida a biomassa. A CBC Indústrias Pesadas S/A fornecerá e instalará as caldeiras do empreendimento. As obras estão programadas para iniciar no primeiro semestre de 2015. A Bolt Energias é 100% controlada pelo FIP Ático Geração, do Grupo Ático. A térmica terá uma capacidade instalada de 150MWe e será integrada ao SIN (Sistema Interligado Nacional) por meio de uma linha de transmissão de 230kV. A expectativa é concluir a UTE até o início do segundo semestre de 2017, para que sejam realizados testes operacionais. A usina, vencedora do leilão A-5 de outubro de 2013, será inaugurada em janeiro de 2018. “Demos hoje um importante passo para o desenvolvimento da Campo Grande BioEletricidade ao assinarmos o contrato do EPC com a Areva, com fornecimento das caldeiras pela CBC. As parcerias com estas duas companhias são estratégicas para a Bolt Energias. A expertise internacional de ambas garantirá a construção e futura operação da usina de forma sólida e dentro dos prazos estabelecidos”, analisa Ricardo Junqueira, presidente da Bolt Energias e sócio-diretor do Grupo Ático. “Já possuímos a licença ambiental de instalação (LI) da usina e asseguramos as terras para fornecer combustível para todo plano de negócio da UTE. O plantio de eucalipto já foi iniciado. Também já asseguramos toda madeira para os dois primeiros anos de operação”, conclui Gustavo Magalhães, sócio-diretor do Grupo Ático e membro do conselho de administração da Bolt Energias. A Bolt Energias investe R$ 50 milhões no primeiro ciclo de plantio de eucalipto para abastecer a Campo Grande BioEletricidade. A Tree Florestal, por meio da Tree Trading, foi contratada para realizar toda gestão florestal, que inclui preparo do solo, implementação e manutenção operacional. O processo prevê uma sinergia de operações entre as duas empresas investidas por fundos de private equity - FIP Ático Geração e FIP Ático Florestal - do Grupo Ático. O primeiro plantio será concluído em abril de 2015 e ocupará uma área de 7.895 hectares. As plantações estão localizadas em um raio médio de 30 km da UTE, abrangendo os municípios de Baianópolis, Santana e São Desiderio, todos situados no oeste baiano. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/areva-sera-responsavel-pela-desenvolvimento-de-usina-abastecida-a-biomassa/

Os contratos futuros de petróleo operam em alta nesta terça-feira, impulsionados por indicadores melhores do que o esperado da China. O Produto Interno Bruto (PIB) do país superou a expectativas e registrou uma expansão de 7,3% no terceiro trimestre, ante igual período do ano passado, embora tenha ficado aquém da alta anual de 7,5% no segundo trimestre. Além disso, a produção industrial teve ganho anual de 8,0% em setembro, ante elevação de 6,9% em agosto. Apesar disso, ainda há outros focos de preocupação nos mercados de petróleo. David Hufton, da corretora PVM, citou a produção da Líbia como um possível fator de queda nos preços. O país norte-africano, até agora, conseguiu continuar a incrementar sua produção de petróleo. Mas a segurança e a situação política se deterioraram, segundo Hufton. Às 8h30 (de Brasília), o Brent para dezembro subia 0,61%, a US$ 85,92 por barril, na plataforma eletrônica ICE, em Londres. Na Nymex, o contrato de dezembro tinha elevação de 0,59%, a US$ 82,39 por barril. Fonte: Dow Jones Newswires. Fonte: https://br.noticias.yahoo.com/indicadores-china-impulsionam-futuros-petr%C3%B3leo-103300513--finance.html

A Petrobras informa a descoberta de acumulação de hidrocarbonetos em águas profundas, no pós-sal da Bacia do Espírito Santo, por meio da perfuração do poço 4-BRSA-1265-ESS (nomenclatura ANP) / 4-GLF-42-ESS (nomenclatura Petrobras), informalmente conhecido como Lontra, em profundidade de água de 1.319 metros. Esse poço, localizado a 81 km da cidade de Vitória (ES) na área da concessão de produção de Golfinho, comprovou a presença de gás e condensado, de acordo com dados de perfilagem e teste a cabo. Os reservatórios foram identificados a 3.055 metros de profundidade e a perfuração do poço foi finalizada em 3.238 metros. A Petrobras é operadora e detém 100% da concessão de produção de Golfinho. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/nova-descoberta-em-aguas-profundas-na-bacia-do-espirito-santo/

Prezados congressistas, informamos que o prazo para pagamento da taxa de inscrição referente à primeira chamada encerrará no dia 16/11. Aproveite e garanta sua vaga. O CONEPETRO, inédito no país pela sua abordagem em Engenharia de Petróleo, vem para se tornar um evento de referência na área para alunos de nível técnico, graduação e pós-graduação, bem como para pesquisadores, profissionais da academia e setores empresariais. Concomitante ao congresso ocorrerá o III WORKSHOP, considerado o terceiro maior evento na área de petróleo no Brasil. As inscrições estão abertas até 21 de abril de 2015 e o prazo para as submissões de trabalho encerrará em 2 de fevereiro de 2015.

O consórcio de Libra informa que a perfuração do primeiro poço de extensão na área de Libra, o 3-BRSA-1255-RJS (3-RJS-731), comprovou a descoberta de petróleo de boa qualidade na porção noroeste da estrutura. O poço, informalmente conhecido como NW1, está localizado no pré-sal da Bacia de Santos, a cerca de 170 km da costa do estado do Rio de Janeiro e a aproximadamente 4 km a Sudeste do poço descobridor, o 2-ANP-2A-RJS. O intervalo portador de petróleo foi constatado por meio de perfis e amostras de fluido, que serão posteriormente caracterizadas por análise de laboratório. O poço ainda está sendo perfurado, a uma profundidade de 5.326 metros, e a perfuração prosseguirá até 5.850 metros. O consórcio dará continuidade às operações para concluir o projeto de perfuração do poço até a profundidade prevista e verificar a extensão da nova descoberta, além de caracterizar as condições dos reservatórios encontrados. O consórcio de Libra é formado pela Petrobras (operadora, com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC Ltda. (10%), tendo como gestora do contrato a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). Libra foi a primeira área leiloada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sob o regime de partilha de produção. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/primeiro-poco-de-libra-confirma-descoberta-de-petroleo/

A Petrobras atingiu recorde mensal de processamento em unidades de hidrotratamento de diesel nas suas refinarias no Brasil. A carga processada em setembro foi de 104 milhões de litros por dia, em média, o que representa um volume de 2 milhões de litros superior ao recorde mensal anterior, obtido em junho de 2014. O aumento da eficiência operacional das refinarias da Petrobras ontribui para a redução das importações desses derivados. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/processamento-de-diesel-em-unidades-de-hidrotratamento-da-petrobras-bate-recorde-mensal/

No 39º Leilão de Biodiesel – Complementar (L39C) da ANP foram arrematados 56,1 milhões de litros de biodiesel oriundos integralmente de produtores detentores do selo Combustível Social. O preço médio foi de R$ 2,051/L, sem considerar a margem Petrobras, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 116,4 milhões refletindo um deságio médio de 1,37% quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,080/L). A apresentação das ofertas de biodiesel ocorreu em um único dia (24/10), com 20 produtores disponibilizando um volume total de 76 milhões de litros. No primeiro dia de seleção das ofertas (29/10), foram arrematados 54,3 milhões de litros de biodiesel exclusivamente de produtores detentores de selo Combustível Social, em torno de 71,4% do total ofertado para todo o Leilão. Após a seleção das ofertas, ocorreu a etapa de reapresentação de preços por parte dos produtores, na qual se observou um deságio de aproximadamente 0,05%. No segundo dia de seleção das ofertas (30/10), foram arrematados 1,8 milhão de litros de biodiesel, 2,4% do total ofertado no Leilão. O 39º Leilão de Biodiesel – Complementar (L39C) foi criado para complementar o volume arrematado no 39º Leilão de Biodiesel (L39). No L39, com entrega para novembro e dezembro de 2014, a oferta de biodiesel pelos produtores foi de apenas 62% da capacidade das usinas habilitadas. Em virtude do baixo volume ofertado, o Ministério de Minas e Energia (MME) e a ANP optaram por realizar um leilão complementar, para garantir o abastecimento de biodiesel em dezembro de 2014. Os leilões de biodiesel destinam-se a atender o disposto na Lei nº 13.033, publicada no DOU em 24/09/14, que estabelece em 7% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B7), a partir de 01/11/14. O 39º Leilão de Biodiesel Complementar (L39C) visa garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional durante o mês de dezembro de 2014, conforme diretrizes da Portaria nº 476, de 15/08/12, do Ministério de Minas e Energia, e critérios estabelecidos no Edital de Leilão Público nº 048/14-ANP. Os volumes comercializados somente serão validados após homologação pela diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/561-milhoes-de-litros-de-biodisel-arrematados-no-39-leilao-complementar/

Encontram-se abertas até o dia 21 de novembro, na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), as inscrições para concurso de provas e títulos destinados a seleção de um professor de Engenharia de Petróleo do Centro de Ciência e Tecnologia (CCT), campus sede. Exige-se que o candidato possua doutorado em umas das seguintes áreas, Engenharia de Petróleo, Engenharia de Processos, Engenharia Química, Engenharia de Materiais, Engenharia Mecânica, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Naval, Engenharia Metalúrgica e de Materiais, Engenharia Civil ou Química Industrial. A área de conhecimento objeto do concurso é Produção de Petróleo e Gás. A carga horária é de 40 horas semanais, com dedicação exclusiva. A remuneração é de R$ 8.344,64. Os interessados deverão realizar a inscrição na Secretaria da Unidade Acadêmica de Engenharia Mecânica, Bloco BR, campus sede. O horário de atendimento será das 08h às 11h e das 14h às 17h. A taxa custa R$ 150. Fonte: http://www.ufcg.edu.br/prt_ufcg/assessoria_imprensa/mostra_noticia.php?codigo=16906

Prestes a completar uma década, o balanço do Programa Nacional de Uso e Produção de Biodiesel mostra o Rio Grande do Sul como Estado mais beneficiado pela iniciativa lançada em dezembro de 2004. Desde que o combustível renovável passou a ser produzido, as unidades gaúchas responderam por 28% dos 16,1 bilhões de litros que saíram das usinas do país, revela o levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Óleo Vegetal (Abiove). Os dados incluem o intervalo de 2006 a agosto deste ano, período em que há preços de comercialização divulgados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). O volume, de acordo com cálculos da Abiove, gerou uma receita de R$ 41 bilhões às indústrias brasileiras. Somente no Estado, o valor injetado seria de pelo menos R$ 10 bilhões. A aproximação do aniversário do programa, considerado bem-sucedido apesar de ter deixado pelo caminho alguns princípios que nortearam sua criação, também coincide com uma nova fase. No início do mês, começou a valer a mistura de 7% de biodiesel no diesel de origem fóssil usado em veículos como ônibus e caminhões. O chamado B7 substitui o B6, válido desde julho deste ano, que por sua vez entrou no lugar do B5, em vigor desde 2010. A maior adição de biodiesel ao diesel ajudará a diminuir a capacidade ociosa das usinas brasileiras, aumentando a produção e auxiliando no equilíbrio da equação financeira do negócio. O longo período com o percentual de mistura estagnado cobrou seu preço, admite o assessor econômico da Abiove, Leonardo Zilio, também responsável pela área de biodiesel da entidade. — O setor passou por um período crítico nos últimos dois anos, com fechamento de algumas usinas. A utilização da capacidade instalada era em torno de 40% com o B5 e passa a ser de 55% com o B7 — avalia Zilio, que mesmo assim enxerga mais acertos do que erros na primeira década do biodiesel brasileiro. Com a maior adição, o volume de biodisel produzido no país deve passar de 3,45 bilhões de litros neste ano para 4,2 bilhões em 2015. (Adaptado - Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/campo-e-lavoura/noticia/2014/11/energia-extra-para-usinas-de-biodiesel-4634955.html)

Dirigindo-se aos outros membros do G20 reunidos em Brisbane, o primeiro-ministro britânico, David Camero,n publicou um artigo no diário londrino "The Guardian" lançando um alerta: "Seis anos depois do crash financeiro que dobrou os joelhos do mundo, as luzes vermelhas estão piscando de novo no painel da economia global". Na lista dos problemas elencados por Cameron aparecem a recessão na zona euro, o declínio do crescimento dos mercados emergentes, a epidemia do ebola na África ocidental e o conflito de fronteiras entre a Ucrânia e a Rússia. Cameron poderia ter citado ainda um efeito colateral da recessão global que atingirá setores energéticos de alguns países: a queda acentuada dos preços do petróleo. É sabido que o aumento da produção petrolífera em vários países e a exploração de gás e óleo de xisto nos Estados Unidos vem baixando o preço do petróleo desde 2013. Atualmente a produção americana de petróleo atingiu seu nível mais alto dos últimos 29 anos, somando 9 milhões de barris por dia (mmbbl/d). No próximo mês de março o volume americano alcançará 9,5 mmbbl/d, pouco abaixo da produção da Arábia Saudita.John Kilduff, um especialista no mercado de commodities pensa que em 2015 o preço do petróleo descerá até US$ 50 o barril. Globalmente, a queda dos preços do petróleo trará benefícios para muitos países. Mas certos setores de atividades vão conhecer dificuldades. Dependente de suas exportações de petróleo, a Rússia certamente se dará mal. No "Moscow Times", o escritor Alexei Bayer recapitula as teorias conspiracionistas russas que interpretam a queda do preço do petróleo como um complô ocidental contra o país. Mais concretamente, os investidores americanos na exploração de gás e óleo de xisto -- viável a partir de um preço mínimo (break-even) situado entre US$ 50 e US$ 80 o barril -- já começam a pisar no freio. Se a tendência da queda do preço do barril do petróleo se confirmar, a produção brasileira de etanol e de energia renovável sofrerá consequências. Mais ainda, os investimentos no pré-sal, baseados num break-even de US$ 41 a US$ 57, também se ressentirão. Sacudida pelos escândalos de corrupção, a Petrobras não precisava de mais essa má notícia. Fonte: http://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/luiz-felipe-alencastro/2014/11/17/recessao-e-queda-dos-precos-do-petroleo-sao-ma-noticia-para-petrobras.htm

A Petrobras concluiu no dia 6 de novembro a perfuração do primeiro poço de extensão na área do Consórcio de Libra, o 3-BRSA-1255 (3-RJS-731), informalmente conhecido como NW1. Localizado na porção Noroeste do bloco de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, o poço está a aproximadamente 4 km a Sudeste do poço descobridor, o 2-ANP-2A-RJS. O poço atingiu a profundidade final de 5.734 metros e está localizado a 185 km da costa do Rio de Janeiro, a uma profundidade de água de 1.963 metros. Com essa perfuração, foi confirmada a existência de uma coluna de hidrocarbonetos de aproximadamente 290 metros e um reservatório que apresenta boa porosidade e permeabilidade. As amostras coletadas do poço confirmaram tratar-se do mesmo petróleo encontrado no poço descobridor 2-ANP-2A-RJS, com 27 graus API. Está previsto, ainda, um teste de formação na zona portadora de petróleo para verificar a produtividade dos reservatórios. O Consórcio de Libra – que é composto por Petrobras (operadora, com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%), CNOOC Limited (10%) e a companhia estatal Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA) – continuará as atividades previstas no Plano de Exploração aprovado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Neste momento, o segundo poço em perfuração - 3-RJS-735 - informalmente conhecido como L2C1, já atingiu a base da camada de sal e tem previsão de iniciar a fase de perfuração dentro do reservatório nos próximos dias. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/petrobras-conclui-perfuracao-do-primeiro-poco-de-extensao-do-consorcio-de-libra/

Estão sendo realizadas, até a próxima sexta-feira (12), no Departamento de Engenharia Mecânica, na UFCG, inscrições para o I CONEPETRO. Os interessados poderão se cadastrar no site do evento, efetuar pagamento com cartão de crédito ou gerar boleto bancário. A ação tem por objetivo facilitar e disponibilizar um espaço no qual o público poderá realizar inscrições e obter outras informações sobre o evento, como datas de submissão de trabalho e de pagamento, normas de submissão. O I CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS e III WORKSHOP DE ENGENHARIA DE PETRÓLEO ocorrerá de 13 a 15 de maio de 2015, no Centro de Convenções Raymundo Asfora, em Campina Grande. Com a temática ‘PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS’, o evento é uma realização da Universidade Federal de Campina Grande, Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, Centro de Ciência e Tecnologia CCT/UFCG e Unidade Acadêmica de Engenharia Mecânica – Curso de Engenharia de Petróleo.

No 40º Leilão de Biodiesel da ANP foram arrematados 667,8 milhões de litros de biodiesel, sendo 98,6% deste volume oriundo de produtores detentores do selo Combustível Social. O preço médio foi de R$ 2,194/L, sem considerar a margem Petrobras, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 1,47 bilhão, refletindo num deságio médio de 4,7% quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,302/L). A apresentação das ofertas de biodiesel ocorreu em um único dia (09/12), com 40 produtores disponibilizando um volume total de 764,5 milhões de litros, sendo 98,25% de produtores detentores do selo Combustível Social. No primeiro dia de seleção das ofertas (11/12), foram arrematados 578,1 milhões de litros de biodiesel exclusivamente de produtores detentores de selo Combustível Social, em torno de 75,6% do total ofertado para todo o leilão. No segundo dia de seleção das ofertas (12/12), foram arrematados 89,7 milhões de litros de biodiesel de produtores detentores ou não de selo Combustível Social, em torno de 11,7% do total ofertado no leilão. Os Leilões de Biodiesel destinam-se a atender o disposto na Lei nº 13.033, publicada no DOU em 24/09/14, que estabelece em 7% o percentual mínimo obrigatório de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final (B7), a partir de 01/11/14. O 40º Leilão (L40) visa garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional durante o período de janeiro a fevereiro de 2015, conforme diretrizes da Portaria nº 476, de 15/08/12, do Ministério de Minas e Energia, e critérios estabelecidos no Edital de Leilão Público nº 056/14-ANP. Os volumes comercializados somente serão validados após homologação pela diretoria da ANP. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/40o-leilao-de-biodiesel-da-anp-negocia-6678-milhoes-de-litros/

Projetos que poderão tornar mais rápido o processo de licenciamento ambiental foram apresentados hoje (18) pelos Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP). Entre outras ações, eles vão permitir que o setor tenha acesso a informações que contribuam para o licenciamento.O trabalho faz parte de um acordo de cooperação técnica (ACT), assinado entre os dois institutos no ano passado. Isso ocorreu, após discussões do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) a partir de 2008, que identificaram a necessidade de aprimorar o processo de licenciamento e planejamento de oferta de blocos para exploração de petróleo e gás. Ao todo, estão previstos 12 projetos que, juntos, poderão diminuir pela metade o tempo de tramitação de todo processo de licenciamento ambiental para a área de petróleo e gás. O presidente do Ibama, Volney Zanardi, ressaltou que o órgão está aberto a sugestões dos setores interessados em agilizar o licenciamento, desde que as soluções apresentadas não comprometam a qualidade e o rigor do processo de licenças. “Estamos trabalhando uma série de ferramentas, sistemas, estudos, procedimentos de uma forma articulada com o setor [de petróleo] para ganhar uma melhor efetividade e eficiência no licenciamento. No curto prazo, que são os licenciamentos em ocorrência, não temos nenhum em atraso. A dificuldade que nós temos é sobre o nível de detalhamento de alguns estudos, mas existe toda uma abertura do Ibama para discutir com o setor. Esse processo precisa se consolidar e essa discussão de alternativas tem que ser propostas pelo setor em si”. O presidente do IBP, João Carlos de Luca, disse que os projetos são de médio e longo prazos, que o IBP trabalha para encontrar soluções que vão beneficiar a todos a médio e longo prazo. Ele disse ainda que, no curto prazo, ainda existem discussões. “Tudo o que nós estamos fazendo vai facilitar em tudo, mas no curto prazo ainda não. E o Ibama tem consciência disse e estimula que nós levemos sugestões”. Um dos projetos, o Manual de Resíduos Sólidos, é um guia que traz as condições que os prestadores de serviço devem seguir para melhorar o manuseio dos resíduos de perfuração. O manual será lançado em 2015 na forma de cartilha, quando o IBP também vai oferecer cursos para os trabalhadores em uma parceira com o Senai. Outro, é a Análise de Risco Ambiental Offshore, que reúne experiências de outros países e sugestões para o aperfeiçoamento do gerenciamento de risco ambiental nas atividades de exploração. O documento já foi entregue ao Ibama e também será lançado na forma de guia no próximo ano. Além disso, foi formada uma parceria entre os dois institutos que criaram o Portal de Educação Ambiental (www.peabc.com.br), que integrara as iniciativas das operadoras de petróleo da Bacia de Campos, no Rio de Janeiro. O portal é voltado para a comunidade que vive próximo aos campos de produção. Mais um projeto lançado hoje, Estudo do Estado da Arte dos Rodolitos – disponibiliza informações técnicas para orientar o licenciamento de atividades de petróleo e gás em áreas que tenham a presença dessas algas calcárias, nas águas rasas da costa brasileira. (adaptado - http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/12/ibama-e-area-de-petroleo-lancam-projetos-para-acelerar-licencas-ambientais)

O terceiro trimestre de 2014 registrou recorde de obrigações de investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P,D&I) para as petroleiras devido ao aumento da produção de petróleo no Brasil. Foram gerados R$ 378.640.274,60 de obrigação em investimento, o que representa um aumento de 5,5% frente ao segundo trimestre de 2014 e de 11,5% em relação ao terceiro trimestre de 2013. O montante deste ano, até o terceiro trimestre, já ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão, com expectativa de encerrar 2014 em cerca de R$ 1,4 bilhão. Esses recursos são gerados pela cláusula dos contratos das empresas produtoras de petróleo que determina o investimento de 1% da receita bruta de campos com alta produtividade ou rentabilidade (aqueles nos quais é devido o pagamento da Participação Especial) em Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação. Nesse trimestre, três novos campos passaram a pagar Participação Especial e, consequentemente, obrigação de investimento em P,D&I: Argonauta, Mexilhão e Baleia Franca. Os dois últimos são 100% Petrobras, e o campo de Argonauta tem participação de Shell (50%), ONGC Campos (27%) e QPI Brasil Petróleo (23%), a unidade global da Qatar Petroleum. O campo de Roncador (100% Petrobras), com R$ 57 milhões continua sendo o campo que gera as maiores obrigações. O prazo para a realização dos investimentos em P,D&I relativo ao período de 2014 é 30 de junho de 2015. Mais informações no Boletim Petróleo e P&D: http://www.anp.gov.br/?dw=73441 (Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/crescimento-da-producao-de-petroleo-do-3-trimestre-gera-quase-r-380-milhoes-de-investimentos-em-pdi/)

Estão abertas as inscrições para participação em minicursos durante o I Congresso Nacional de Engenharia de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e III Workshop de Engenharia de Petróleo, que será realizado nos dias 13, 14 e 15 de maio de 2015, no Centro de Convenções Raimundo Asfora, em Campina Grande – PB, abordando o tema “Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis”. Até o momento estão disponíveis sete atividades que envolvem as áreas de Engenharia de Petróleo, Engenharia de Materiais, Engenharia Mecânica, Engenharia de Minas, Engenharia Química, Química Industrial, Engenharia Elétrica, Engenharia de Produção, Engenharia Ambiental e Sanitária, e áreas afins. Para se inscrever o congressista deverá estar cadastrado no site do evento (www.conepetro.com.br) e efetuar o pagamento da inscrição junto ao minicurso. Cada atividade custa R$30,00 e as vagas são limitadas (50 vagas). O evento é uma realização da Universidade Federal de Campina Grande, Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, Centro de Ciência e Tecnologia CCT/UFCG e Unidade Acadêmica de Engenharia Mecânica – Curso de Engenharia de Petróleo.

O prazo para pagamento da taxa de inscrição dos valores referentes a segunda chamada encerrará no dia 18 de janeiro. Não perca o prazo! Após essa data os valores serão alterados. Aproveite também para submeter seu trabalho, que tem como data limite o dia 02/02, e participar de um minicurso. As atividades custam R$30,00 e as vagas são limitadas.

Em seis anos, mais de 800 mil litros foram coletados e processados nas usinas da empresa. Duas usinas da Petrobras Biocombustível, em Candeias (BA) e Quixadá (CE), processaram, em 2014, aproximadamente 232 mil litros de óleos e gorduras residuais (OGR), um aumento de 29 mil litros em relação ao ano anterior. A ampliação é resultado de uma parceria entre a Petrobras Biocombustível e 28 cooperativas e associações de catadores no Ceará (Quixadá e Fortaleza) e na Bahia (região metropolitana de Salvador). Quase 600 catadores estão envolvidos diretamente na parceria, que estabeleceu um eficiente sistema de coleta para o reaproveitamento de óleo de fritura por meio do Programa Cuidar. As cooperativas e associações de catadores reúnem os óleos vindos de hospitais, condomínios, hotéis ou escolas parceiras do projeto e fazem o tratamento primário do OGR, que é vendido para a companhia em quantidades que variam em média de 5 a 7 mil litros por mês. O projeto inclui difusão do conhecimento, apoio à gestão e treinamento dos catadores e gestores. É esse, por exemplo, o trabalho realizado, em Fortaleza, com a Rede de Catadores de Resíduos Sólidos Recicláveis do Estado do Ceará, que beneficia catadores de 18 associações. O convênio firmado entre a Petrobras Biocombustível e a entidade resultou em avanços, como a implantação de uma unidade de filtragem do óleo, elaboração de material de divulgação e apoio administrativo. Processo - A transformação do óleo de cozinha em biodiesel começa pela filtragem, que retira os resíduos deixados pela fritura e pela remoção da água misturada ao produto. O óleo resultante é adquirido pela Petrobras Biocombustível para a produção de biodiesel. Em seis anos, mais de 800 mil litros de OGR foram comprados desses parceiros e processados nas usinas da companhia. Assim, a Petrobras Biocombustível adquire matéria-prima para sua atividade produtiva e contribui para gerar trabalho e renda na área urbana. A iniciativa estimula ainda o conceito de reciclagem e contribui para reduzir os impactos do descarte do óleo de cozinha no ambiente, evitando a contaminação do subsolo e o entupimento das tubulações de esgoto. Além de contribuir com a estruturação da coleta, o projeto procura diversificar também os pontos de entrega para ampliar o número de doadores. Em Fortaleza, desde fevereiro de 2014, a parceria ganhou o reforço da Liquigás que, por meio de suas revendas, passou a distribuir material educativo que incentiva o público a juntar o óleo de cozinha e fazer a doação para a cooperativa por meio do entregador de botijão de gás. Com a campanha intitulada “Óleo usado e doado, Brasil Preservado”, ao receber o gás em casa, o morador tem acesso a folhetos explicativos sobre as vantagens ambientais e sociais do reaproveitamento do óleo de fritura, bem como sobre a forma de participar, entregando o óleo usado ao revendedor da Liquigás. Como estímulo ao envolvimento na campanha, os participantes concorrem mensalmente a uma recarga de gás de cozinha. A estimativa da companhia é de que a parceria tenha atingido 140 mil residências na capital cearense e região metropolitana. Na Bahia, também com o objetivo de facilitar a adesão das pessoas e ampliar o volume de óleo reciclado, foram implantados pontos de coleta na Usina de Candeias, nos escritórios da Petrobras e nos clubes de empregados. Foi também aperfeiçoada a coleta no Posto Escola, localizado no bairro Stiep, em Salvador, sendo a primeira experiência do projeto envolvendo um posto de combustível da Petrobras Distribuidora. (Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/petrobras-biocombustivel-amplia-uso-do-oleo-de-cozinha-para-o-biodiesel/)

O prazo de submissão de trabalho para o I CONEPETRO encerra hoje (02). Para cada inscrito serão aceitos, no máximo, 2 (dois) trabalhos como primeiro autor não podendo ultrapassar 5 (cinco) participantes por trabalho incluindo o orientador. Não há limite de participação na condição de coautor. As propostas deverão estar vinculadas a alguma das áreas ou subáreas temáticas listadas no site do evento. Confira as normas através do link: http://conepetro.com.br/normastrabalho.php

Informamos que o prazo de submissão de trabalhos do I CONEPETRO foi PRORROGADO até o dia 30 de março de 2015, impreterivelmente.Não perca esse prazo! Para cada inscrito serão aceitos, no máximo, 2 (dois) trabalhos como primeiro autor não podendo ultrapassar 5 (cinco) participantes por trabalho incluindo o orientador. Não há limite de participação na condição de coautor. Confira todas as normas através do endereço eletrônico: http://conepetro.com.br/normastrabalho.php

Dois novos minicursos foram disponibilizados na página do CONEPETRO. O minicurso 9, Modelagem Matemática para Escoamentos em Meios Porosos com Aplicações a Recuperação de Reservatórios Petrolíferos, será ministrado pelo professor Dr. Aparecido Jesuíno de Souza Professor titular da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), possui pós-doutorado pela North Carolina State University, USA). Atualmente é o Coordenador do mestrado acadêmico e do PROFMAT junto à UFCG. Suas linhas de pesquisa são Análise, Equações Diferenciais Parciais e Matemática Aplicada, atuando principalmente em leis de conservação na resolução de problemas de Riemann para modelos provenientes de escoamentos em meios porosos e recuperação de reservatórios petrolíferos. O Público Alvo para a atividade é: Engenharia de Petróleo, Engenharia Química, Matemática e áreas afins. Também temos o minicurso 10, Simulações Computacionais em Engenharia de Petróleo, a ser ministrado pelo professor Dr. André Maués Brabo Pereira Professor da Universidade Federal Fluminense. Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Pará (2001), mestrado em Engenharia de Estruturas pela Universidade de São Paulo (2004) e doutorado em Doktor der Technischen Wissenschaften - Technische Universität Graz (2008). Como Público Alvo temos: Engenharia de Petróleo, Engenharia Química, Engenharia Mecânica, Matemática e áreas afins. As atividades possuem 25 vagas cada.

Dois novos minicursos foram disponibilizados na página do CONEPETRO. O minicurso 9, Modelagem Matemática para Escoamentos em Meios Porosos com Aplicações a Recuperação de Reservatórios Petrolíferos, será ministrado pelo professor Dr. Aparecido Jesuíno de Souza Professor titular da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), possui pós-doutorado pela North Carolina State University, USA). Atualmente é o Coordenador do mestrado acadêmico e do PROFMAT junto à UFCG. Suas linhas de pesquisa são Análise, Equações Diferenciais Parciais e Matemática Aplicada, atuando principalmente em leis de conservação na resolução de problemas de Riemann para modelos provenientes de escoamentos em meios porosos e recuperação de reservatórios petrolíferos. O Público Alvo para a atividade é: Engenharia de Petróleo, Engenharia Química, Matemática e áreas afins. Há também o minicurso 10, Simulações Computacionais em Engenharia de Petróleo, a ser ministrado pelo professor Dr. André Maués Brabo Pereira Professor da Universidade Federal Fluminense. Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Pará (2001), mestrado em Engenharia de Estruturas pela Universidade de São Paulo (2004) e doutorado em Doktor der Technischen Wissenschaften - Technische Universität Graz (2008). O Público Alvo para essa atividade é: Engenharia de Petróleo, Engenharia Química, Engenharia Mecânica, Matemática e áreas afins. As atividades possuem 25 vagas cada.

I CONEPETRO LANÇA SORTEIO NA FANPAGE

10 de Fevereiro de 2015

A Comissão Organizadora do I CONEPETRO está sorteando um HD externo de 500GB entre os congressistas como forma de agradecimento e estímulo à participação no evento. Para concorrer ao prêmio, o participante deverá estar curtindo a página "I Congresso Nacional De Engenharia De Petróleo"; estar inscrito no Congresso; compartilhar a imagem do sorteio; e ter o status de pagamento concluído. O sorteio ocorrerá no dia 23 de fevereiro de 2015, às 16h, e os participantes poderão se inscrever até o dia 23/02, às 14h. Poderão participar todos que curtem a fan page do "I Congresso Nacional De Engenharia De Petróleo". Participe do sorteio através do link (https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/426208)

NOVO MINICURSO DISPONÍVEL

19 de Fevereiro de 2015

Um novo minicurso foi disponibilizado na página do CONEPETRO. O minicurso 11, Importância da Construção Civil no Setor de O&G , será ministrado pelo professor Angelo Naegeli Rossi. Engenheiro Civil, graduado pela Universidade Estadual de Maringá e Especialização em Gestão e Engenharia de Petróleo e Gás pelo Instituto Nacional de Pós Graduação (INPG). Atuação em diversas áreas da construção civil como gerente de contratos. Principais obras: Unidade picadora de pneus da CIMPOR em Jundiaí/SP, ampliação da fábrica da PIRELLI em Sumaré/SP, e atualmente Consultor técnico para a Petrobras na implantação da Refinaria Abreu e Lima em Ipojuca/PE. O Público Alvo para a atividade é: Engenharia de Petróleo, Engenharia Civil, Engenharia de Materiais e áreas afins. A atividade possui 25 vagas.

Fatores que influenciam a decisão de profissionais de óleo e gás. O salário é o fator mais importante no momento de se considerar uma nova posição para 95% dos profissionais de petróleo e gás no Brasil. O mesmo número de candidatos também julga a reputação da empresa como elemento crucial no processo de tomada de decisão para avaliar novas oportunidades de emprego, de acordo com o sexto Guia Salarial Anual de Óleo e Gás produzido por especialistas de recrutamento da Hays. Para atrair os melhores talentos, 74% dos empregadores do Brasil sentiram que tinham de fazer melhorias nos benefícios dos seus funcionários no ano passado, incluindo treinamento e desenvolvimento, remuneração e recompensas. Como a reputação da empresa é um fator importante para quem procura uma nova oportunidade de trabalho, os empregadores cada vez mais tem que desenvolver uma proposta de valor agregado convincente para ser percebido como um empregador relevante. Com objetivo de contratar profissionais mais talentosos e hábeis, os empregadores devem apresentar seus programas de treinamento e desenvolvimento profissional para ajudar a promover a sua marca e se destacar na indústria. O Guia, concluído em Novembro de 2014, registrou respostas de mais de 45 mil profissionais de petróleo e gás em 25 áreas em 188 países do mundo. Significativamente, 10 mil entrevistados globalmente eram empregadores ou gerentes de recursos humanos dentro da indústria. No entanto, devido ao momento do levantamento, a queda mundial do preço do petróleo não foi totalmente refletida no Guia. O efeito da queda de preços está sendo refletido em empresas de todas as regiões de petróleo e gás. Projetos foram adiados, pausados ou cancelados, levando as empresas a reavaliarem os planos de contratação e a expectativa é que essa tendência permaneça para este ano.Escassez de competências foi novamente a maior preocupação dos empregadores (30%), embora a instabilidade econômica também foi citada (24%), refletindo o nervosismo que a indústria passava quando a pesquisa foi realizada. O planejamento de sucessão inadequado para a transferência de conhecimento e de retenção de habilidades foi citado por 29% como a causa fundamental da escassez de competências dentro da indústria. Enquanto potenciais demissões poderiam diminuir a escassez de competências localmente, ainda haverá escassez de talentos experientes dentro das seguintes áreas: exploração submarina, engenharia de petróleo e cada vez mais para área de gás natural liquefeito. "Desde que os dados globais começaram a ser compilados, a indústria global tem passado por um momento sem precedentes. Projetos com economia atraentes tendem a continuar, mas novos projetos passarão por pesquisa minuciosa e, se deixarem de ser economicamente viáveis sob o novo regime do preço do petróleo, poderão ser adiados ou cancelados ", diz John Faraguna, Diretor-Gerente da Hays Oil & Gas. "No entanto, os gestores das equipes de operações do dia a dia continuam a exigir os recursos necessários para concluir os projetos no prazo e dentro do orçamento. No outro extremo, empresas menores estão respondendo às mudanças recentes, apostando na contratação provisória, passando de contratos plurianuais para atribuições especializadas de curto prazo". Com os planos de contratação impactados, os empregadores estão enfrentando decisões difíceis: como reduzir os custos e ter as competências adequadas para entregar projetos. Além disso, uma diminuição na contratação pode agravar o déficit de competências e resultar em mais escassez de competências no futuro. A pesquisa deste ano revelou que 22,5% dos entrevistados em todo o mundo estão com 50 anos ou mais, o que significa que uma parcela significativa da força de trabalho qualificada irá se aposentar nos próximos 5 anos ou mais. Com a redução de contratação de trabalhadores da geração Y, devido às condições de mercado previstas, a indústria pode enfrentar um problema de déficit de competências, assim como o ocorreu no fim da década de 80. (Adaptado - http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/fatores-que-influenciam-a-decisao-de-profissionais-de-oleo-e-gas/)

A Petrobras iniciou a operação da unidade de hidrotratamento de diesel da Refinaria do Nordeste (Rnest), também conhecida como Abreu e Lima, em Pernambuco, com uma carga inicial de 45.915 barris por dia, informou a empresa. A primeira unidade de refino da Rnest entrou em operação em dezembro, mas ainda com sua capacidade limitada. Os contratos da obra da refinaria são um dos focos de investigação da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, por suspeita de superfaturamento. A unidade de hidrotratamento que começou a operar na semana passada é responsável por remover enxofre e nitrogênio das diversas correntes que compõem o óleo diesel, gerando um produto final estável e com teor muito baixo de enxofre, o chamado diesel S-10. O diesel é o principal produto da Rnest, representando cerca de 70% do volume total processado na refinaria, informou a Petrobras. “O derivado vai atender, predominantemente, o mercado do Norte/Nordeste, substituindo importações”, informou a companhia em nota. A Petrobras chegou a prever que o segundo trem de refino da Rnest entraria em operação em maio deste ano, mas em janeiro o então diretor de Abastecimento, José Carlos Cosenza, afirmou que poderia haver atrasos. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/refinaria-abreu-e-lima-comeca-a-tratar-diesel/

O projeto BC-10, também conhecido como Parque das Conchas, atingiu nesta terça-feira (31/03), a marca de 100 milhões de barris de petróleo produzidos. Operado pela Shell (50%), em parceria com a ONGC (27%) e a QPI (23%), o bloco tem atualmente 17 poços produtores em 3 campos (Argonauta, Ostra e Abalone), todos ligados ao FPSO Espírito Santo, navio plataforma de produção, armazenamento e descarga, localizado a 130 km da costa do estado de mesmo nome. O presidente da Shell no Brasil, André Araujo, celebrou a marca destacando a importância do projeto para a companhia. ”O Parque das Conchas é um ativo de relevância global para a Shell. Chegar aos 100 milhões de barris é mais uma mostra da nossa capacidade de entregar bons resultados no Brasil, e da nossa eficiência como operadores em águas profundas no país”. O Parque das Conchas é um projeto premiado pela International Petroleum Technology Conference (IPTC), em que a Shell dá frequentes mostras de pioneirismo tecnológico. Durante o desenvolvimento da Fase 2 foi instalado um sistema de monitoramento sísmico 4D cobrindo toda a extensão do reservatório de Argonauta Norte. Esta rede de sensores permite o acompanhamento mais eficiente do comportamento dos fluidos dentro do reservatório, sendo a instalação mais profunda (aproximadamente 1.800 metros ou 6.000 pés) dessa tecnologia no mundo com cobertura total de um campo. A fase 3 do projeto, que teve investimento e execução aprovados em 2013, segue em fase de instalação dos equipamentos submarinos, após uma bem sucedida campanha de perfuração, que incluiu 7 novos poços – 5 de produção e 2 de injeção. Quando entrar em produção, a fase 3 do projeto deve atingir um pico de 28 mil boe/d. (Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/shell-atinge-a-marca-de-100-milhoes-de-barris-no-parque-das-conchas/)

A Petrobras concluiu o teste de formação (avaliação do potencial de uma jazida petrolífera) do poço 3-BRSA-1286-SES (nomenclatura ANP) / 3-SES-186 (nomenclatura Petrobras), localizado na concessão BM-SEAL-11, em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe-Alagoas. O poço está localizado a 102,7 km da cidade de Aracaju (SE) e a 10,3 km do poço descobridor, em profundidade de água de 2.467 metros. Os resultados do teste de formação confirmaram a presença de petróleo leve (37° API) e a boa produtividade dos reservatórios. Este é o terceiro poço de extensão na área de Farfan, descoberta em outubro de 2012, e o resultado inicial da perfuração deste poço havia sido comunicado em 2 de fevereiro deste ano. O consórcio, operado pela Petrobras (60%) em parceria com a IBV-Brasil (40%), dará continuidade ao Plano de Avaliação da Descoberta (PAD).

O Prazo final para inscrições e pagamento encerram dia 24 de abril. Não perca o prazo e garanta sua vaga!

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A wonderful serenity has taken possession of my entire soul, like these sweet mornings of spring which I enjoy with my whole heart. I am alone, and feel the charm of existence in this spot, which was created for the bliss of souls like mine.

I am so happy, my dear friend, so absorbed in the exquisite sense of mere tranquil existence, that I neglect my talents. I should be incapable of drawing a single stroke at the present moment; and yet I feel that I never was a greater artist than now.

When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image.

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