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Largamente defendido como o combustível do futuro, o hidrogênio é um gás altamente explosivo, razão pela qual tem sido difícil convertê-lo no combustível do presente. Mas a solução pode estar na pesquisa feita por cientistas suíços da Escola Politécnica Federal de Lausanne, que afirmam ter fechado o ciclo que permite transformar o hidrogênio em um combustível líquido menos inflamável, pronto para ser armazenado e transportado de forma segura. A equipe do professor Gabor Laurenczy já havia desenvolvido um processo para transformar o ácido fórmico em hidrogênio, uma tecnologia que já está em fase de desenvolvimento industrial. Agora eles fecharam o ciclo, transformando o hidrogênio em ácido fórmico, criando um sistema completo, abrindo o caminho para uma nova fonte de energia totalmente sustentável. Os pesquisadores sintetizaram o ácido fórmico em um único passo, partindo do gás hidrogênio e do CO2 atmosférico - as técnicas já existentes para fazer isso envolvem várias etapas, que geram subprodutos químicos indesejáveis. O pesquisador afirma vislumbrar pequenas unidades de armazenamento de energia nas quais painéis solares fotovoltaicos produzem hidrogênio por eletrólise - as chamadas biorrefinarias fotossintéticas. Esse hidrogênio é então transformado e armazenado na forma de ácido fórmico e, finalmente, transformado novamente em hidrogênio para ser utilizado - produzindo energia elétrica à noite, por exemplo. A tecnologia ainda tem outra possível aplicação: a tão sonhada utilização do CO2 atmosférico (dióxido de carbono) para sintetizar diversos produtos químicos úteis, inclusive combustíveis. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/hidrogenio-e-co2-viram-combustivel-liquido/

Após elevar em 1,57% o preço do gás nacional na semana passada, a Petrobras já tem um novo reajuste agendado, dessa vez para o gás da Bolívia. As bases contratuais, segundo a Associação das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), sinalizam que o gás boliviano será reajustado em até 4% em outubro. O real impacto para o consumidor ainda depende do repasse a ser aplicado pelas distribuidoras e da evolução do câmbio e da cotação das cestas de óleo nos próximos meses -a Gas Energy, por exemplo, não trabalha com cenário de alta em outubro. A possibilidade de aumento do gás, no entanto, já preocupa a indústria, sobretudo do Centro-Sul, onde a perda de competitividade do gás é mais acentuada. O reajuste da última semana reforçou, ainda, as incertezas em torno da continuidade da política de descontos da estatal. Desde 2011, a petroleira vinha congelando o preço do gás nacional para manter a competitividade do insumo, mas já reajustou o combustível em maio e agosto deste ano, informa a Abegás. Desde setembro de 2013, os descontos do preço do gás nacional já caíram, em média, 6,5%. A Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace) informou que vê com preocupação a decisão da Petrobras de reduzir mais uma parcela do desconto sobre o gás nacional e que a falta de previsibilidade afasta investimentos em projetos a gás na indústria. De acordo com dados do Ministério de Minas e Energia, a competitividade do gás já dá sinais de deterioração no maior mercado consumidor do país, São Paulo, que é abastecido por um mix de gás boliviano e nacional. Na área de concessão da Comgás, responsável por um terço do mercado brasileiro de gás, o preço do insumo praticamente ficou parelho ao do óleo combustível. Na semana passada, a Abegás encaminhou uma carta à Petrobras pedindo a revisão da política de preços da estatal para o gás e seus concorrentes. "Existe um desalinhamento nessa política de preços que prejudica a competitividade do gás", comenta o presidente executivo da associação, Augusto Salomon. De acordo com a Abegás, a defasagem do preço do óleo combustível nacional frente ao mercado internacional é de 25%. A Petrobras informou que entre fevereiro de 2011 e agosto de 2014, o preço médio do gás nacional aumentou 6,5%, frente à alta superior a 20% do IPCA. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/abegas-projeta-novo-reajuste-para-o-gas/

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ofereceu ao mercado informações sobre dez áreas de exploração de petróleo que serão devolvidas, com o objetivo de verificar se há interesse para a realização de uma rodada exclusiva com pequenas e médias empresas do setor. As áreas estão nas bacias do Recôncavo, Espírito Santo, Tucano Sul, Paraná e Barreirinhas. Os dados podem ser acessados no site da autarquia por empresas interessadas até 3 de outubro. “Estarão disponíveis para visualização dados sísmicos e de poços”, informou a ANP. A partir da manifestação de interesse de empresas, a agência poderá propor ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a realização da Terceira Rodada de Acumulações Marginais. Áreas que não despertarem interesse seguirão os trâmites para a devolução para a agência. Por ofertar áreas que trazem menores perspectivas de volumes em comparação com grandes rodadas de licitação, os leilões de campos marginais são apelidados pelo mercado de “rodadinhas”. Nesse formato de leilão, as empresas que arrematarem áreas podem iniciar a produção por meio da reabilitação de poços, já que são locais que já passaram por atividades de exploração. O país não realiza um leilão com este formato desde 2006. Somente foram realizados até hoje duas rodadinhas. A primeira delas aconteceu em 2005, quando 16 áreas foram arrematadas, das 17 ofertadas. O total de bônus de assinatura ofertado foi de 3,045 milhões de reais. Já na segunda rodadinha, em 2006, foram arrematadas 11 das 14 áreas ofertadas. O total de bônus ofertado foi de 10,677 milhões de reais. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/anp-seleciona-dez-areas-de-petroleo-que-podem-ser-reofertadas/

GASOLINA VAI SUBIR EM SETEMBRO

07 de Agosto de 2014

A sinalização do ministro da Fazenda, Guido Mantega, para um novo aumento no preço da gasolina deixou o carioca apreensivo. Mesmo com os valores estáveis nas últimas semanas nas bombas, os motoristas já pensam encerrar o mês com tanque cheio. Especialistas no setor acreditam que a alta ocorrerá no começo de setembro e terá impacto nos índices de inflação. Ao saber da indicação do reajuste, a motorista Danielle Teixeira, 39 anos, levou a mão ao rosto em um sinal de preocupação. Pega de surpresa, ela diz que usará menos o automóvel. “Nenhum aumento é bom, o preço da gasolina deveria ser menor. Vou ter que economizar usando pouco o carro”, disse. Na terça-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu indícios de que pode haver novo aumento no preço da gasolina ainda este ano. “Todos os anos tem correção do preço dos combustíveis”. Uns mais, outros menos. Não teve nenhum ano que não teve aumento da gasolina. Essa é a regra”, afirmou Mantega, sem detalhar a data do reajuste do combustível. Para um executivo do setor, que prefere não se identificar, a alta do valor era esperada para antes do mês de outubro, por conta da defasagem dos combustíveis em relação ao mercado externo e da forte pressão pela autorização do aumento. “Esperávamos esse aumento para o próximo mês, porque o governo não iria conseguir segurar para depois das eleições. A inflação está alta e por isso o reajuste virá, mesmo que escalonado”, acredita o dirigente. Economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz explica que o peso no índice de inflação é de aproximadamente 4%. “Para cada 1% de aumento, o índice contribui com 0,04 ponto percentual para a inflação. E assim o valor se multiplica”, explicou o especialista da instituição. O taxista Antônio Carlos acredita que o faturamento ficará menor: ‘Vou ter que ficar com o prejuízo’. O preço médio dos combustíveis no Município do Rio apresentou estabilidade nas últimas semanas, segundo o Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Nas bombas dos postos o litro da gasolina custava R$ 3,121 entre 6 e 12 de julho e, no último estudo, entre os dias 27 de julho e 2 de agosto, ficou em R$ 3,109. Uma redução de 0,38%. Os motoristas que abastecem com álcool pagaram caro em comparação a gasolina, apesar de ter sido leve a alta na última semana. No início do mês de julho, o preço do etanol estava em R$ 2,460 e no último sábado custava R$2,437 nos postos, sendo menos vantajoso que a gasolina. O GNV continua como boa opção para abastecer o carro, mesmo com a oscilação de valores nas últimas semanas, segundo a ANP. Em 6 de julho, o metro cúbico do gás combustível custava R$ 1,734. Caiu para R$1,697 no dia 13, teve pequena alta a R$ 1,699 e outra elevação, um pouco maior, para R$ 1,703. Assim, apresentou a maior queda entre os três combustíveis, de -1,78%. O taxista Antônio Carlos, 49 anos e 14 anos de profissão, instalou o GNV em seu carro pela relação custo-benefício. “O preço do gás está alto, mas em compensação eu faço mais quilometragem com ele”, explicou. Mesmo assim, ele lamenta o reajuste da gasolina: “Todo aumento é ruim. Meu faturamento vai ser menor porque a tarifa da viagem será a mesma. O consumidor sempre fica no prejuízo” reclama. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/gasolina-vai-subir-em-setembro/

A Câmara dos Deputados aprovou ontem a Medida Provisória 647/14, que trata da elevação da “banda” de mistura de etanol anidro na gasolina, e também da elevação de biodiesel no óleo diesel. O texto aprovado permite que a proporção de anidro misturado à gasolina chegue a 27,5%, desde que constatada sua viabilidade técnica. Até o momento, o percentual máximo permitido era de 25%. O parecer da Câmara, porém, não mexeu no piso da mistura, que ficou mantido em 18%. A comissão especial do Senado que tratava sobre o tema tinha elevado este piso para 20% em seu texto. Também no texto aprovado ontem, o percentual obrigatório de mistura do biodiesel ao óleo diesel já subiu para 6% em 1º julho e passará para 7% a partir de 1º de novembro deste ano. Até a edição da MP 647, o percentual era de 5%. O texto original da MP permitia que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) retornasse ao percentual de 5% por motivo justificado. Mas o texto aprovado ontem, proposto pelo deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), autoriza a redução até o limite de 6%. Na prática, como explicou o relator, o CNPE poderá trabalhar com qualquer valor entre 6% e 7%. A MP ainda precisa ser analisada pelos senadores. Fonte:http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/camara-aprova-possibilidade-de-aumento-de-biodiesel-em-combustiveis/

A Petrobras informa que iniciou nesta quarta-feira (6) a perfuração do primeiro poço exploratório na área de Libra. Denominado 3-RJS-731, o poço está sendo perfurado pela sonda NS-36 (Schahin Cerrado). Esse é o primeiro de dois poços previstos na primeira fase do Programa Exploratório Mínimo (PEM), firmado com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O poço 3-RJS-731 atingirá a profundidade final (profundidade de água e sedimentos) de 5.850 metros e está a cerca de 170 km da costa do estado do Rio de Janeiro e a aproximadamente 5 km a Sudoeste do poço descobridor, 2-ANP-2A-RJS. Durante a perfuração do poço serão realizados testes para adquirir informações necessárias ao desenvolvimento da produção de Libra. Além da perfuração desses dois poços, o PEM inclui também a realização de um levantamento sísmico 3D PSDM de toda a área do bloco, já concluído, e a realização de um Teste de Longa Duração, que será iniciado em dezembro de 2016. Todo o Programa Exploratório Mínimo será concluído até o final de 2017. O consórcio de Libra é formado pela Petrobras (operadora, com 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), juntamente com a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/consorcio-de-libra-inicia-perfuracao-do-primeiro-poco-exploratorio/

A produção no pré-sal aumentou 6,2% em relação ao mês anterior, totalizando 583,2 mil barris de óleo equivalente por dia, sendo 478 mil barris diários de petróleo e 16,7 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia. A produção teve origem em 33 poços, localizados nos campos de Baleia Azul, Baleia Franca, Barracuda, Caratinga, Búzios, Linguado, Lula, Marlim Leste, Pampo, Sapinhoá, Trilha e na área de Iara. Os poços do “pré-sal” são aqueles cuja produção é realizada no horizonte geológico denominado pré-sal, em campos localizados na área definida no inciso IV do caput do art. 2º da Lei nº 12.351, de 2010. O aproveitamento do gás natural no mês foi de 95,1%. A queima de gás natural em junho foi cerca de 4,3 milhões de metros cúbicos por dia, uma redução de aproximadamente 9,9% em relação ao mês anterior e aumento de 14,7% em relação a junho de 2013. Em torno de 90,4% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. Aproximadamente 92,4% da produção de petróleo e 73,5% da produção de gás natural do Brasil foram extraídos de campos marítimos. O campo de Roncador, na bacia de Campos, foi o de maior produção de petróleo, com média de 256,2 mil barris por dia. O maior produtor de gás natural foi o campo de Mexilhão, na bacia de Santos, com média diária de 6,6 milhões de metros cúbicos. A plataforma P-52, localizada no campo de Roncador, produziu, através de 14 poços a ela interligados, cerca de 134 mil barris de óleo equivalente por dia e foi a unidade com maior produção. Os campos cujos contratos são de acumulações marginais produziram um total de 108,8 barris diários de petróleo e 2,3 mil metros cúbicos de gás natural por dia. Dentre esses campos, Bom Lugar, operado pela Alvopetro, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, com 40,1 barris de óleo equivalente por dia. A produção procedente das bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) foi de 171,4 Mboe/d, sendo 141,4 Mbbl/d de petróleo e 4,8 MMm³/d de gás natural. Desse total, 4,1 Mboe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, sendo 332 boe/d no Estado de Alagoas, 2,.025 boe/d na Bahia, 33 boe/d no Espírito Santo, 1.424 boe/d no Rio Grande do Norte e 262 boe/d em Sergipe. Em junho, 303 concessões, operadas por 24 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Destas, 82 são concessões marítimas e 221 terrestres. Vale ressaltar que, do total das concessões produtoras, duas encontram-se em atividade exploratória e produzindo através de Teste de Longa Duração (TLD), e outras sete são relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. O grau API médio do petróleo produzido no mês foi de aproximadamente 24,5°, sendo que 10 % da produção é considerada óleo leve (>=31°API), 59% é óleo médio (>=22°API e <31°API) e 31% é óleo pesado (<22°API), de acordo com a classificação da Portaria ANP nº 09/2000. A produção de petróleo e gás natural no Brasil foi oriunda de 9.060 poços, sendo 799 marítimos e 8.261 terrestres. O campo com o maior número de poços produtores foi Canto do Amaro, bacia Potiguar, com 1.115 poços. Marlim, localizado na bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores, 60 no total. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/producao-de-petroleo-aumenta-69-e-a-de-gas-natural-82/

A décima terceira rodada de licitação de blocos exploratórios de petróleo deverá ter foco na chamada “margem leste” do país, disse nesta segunda-feira a diretora-geral da Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard. Um primeiro estudo com recomendações para a realização da rodada já foi enviado ao governo, segundo a diretora-geral. “O foco é a margem leste, que vai do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte”, afirmou Magda a jornalistas, ao sair de solenidade de comemoração dos 10 anos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Ela não foi específica ao falar sobre as regiões a serem leiloadas. “Temos que aguardar a posição de quem define política, que é o governo”, declarou. Em declarações recentes, Magda afirmou que a expectativa é que o leilão aconteça no próximo ano. O próximo leilão não incluirá áreas no pré-sal. Sobre um leilão do pré-sal, ainda sem data, Magda explicou que a agência está fazendo uma série de estudos de avaliação das áreas. A próxima que deverá apresentar resultados é a Alto de Cabo Frio, que fica na divisa de Santos e Campos. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/proximo-leilao-de-areas-de-petroleo-tera-foco-na-margem-leste-diz-anp/

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) informou que foram arrematados 625,7 milhões de litros de biodiesel no 38º leilão realizado pela agência — 99% deste volume de produtores detentores do selo Combustível Social. Segundo a ANP, o preço médio dos negócios foi de R$ 1,913,70 por litro, sem considerar a margem Petrobras. O valor total negociado atingiu R$ 1,209 bilhão, um deságio médio de 7,8%, quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,077/L). Com o total comercializado, verifica-se que o mercado de óleo diesel prevê uma comercialização de cerca de 10,4 bilhões de litros de “B6” (mistura de 6% de biodiesel no diesel) para o quarto bimestre de 2014. Os leilões visam a atender à mistura obrigatória de 6% de adição de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor, válida desde 1º de julho deste ano.

O ship to ship underway, transferência de petróleo e gás liquefeito entre navios em mar aberto, foi tema de importante seminário internacional promovido pela Sobena e organizado pela Zoom Out, agência de comunicação focada no setor de petróleo e gás, dia 19/08 no Centro do Rio. Esse tipo de operação ainda é recente e se torna uma importante alternativa para atender ao escoamento da produção de óleos do pré-sal. No seminário, a Sociedade Brasileira de Engenharia Naval buscou esclarecer todos as fases do processo como treinamento e simulações, análise de riscos, respostas às emergências, experiências internacionais e a implantação no Brasil. A Petrobras recebeu autorização para realizar este tipo de operação no litoral capixaba e segundo o gerente de operações de instalações offshore da Transpetro, Luiz Carlos Barradas, o procedimento se mostra como uma alternativa ao uso da logística portuária brasileira com redução de custos de atracação da embarcação no porto e mais agilidade, pois os navios podem estar em movimento. Barradas coloca ainda que o setor ficou sem investimento por muito tempo e como a produção cresce muito, a logística precisa de novas opções, como as operações ship to ship. O seminário foi para 100 pessoas formadoras de opinião do mercado entre diretores e gerentes de grandes empresas como Petrobras, Transpetro, DNV, Prumo Logística, Lloyd´s register, BG do Brasil, NOV e Shell. Para o presidente da Sobena, Floriano Pires, o setor naval brasileiro caminha na direção de um melhor padrão de desempenho, não há como ficar concentrado na infraestrutura existente. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/evento-discute-escoamento-da-producao-de-oleos-do-pre-sal/

O fortalecimento da engenharia básica brasileira de projetos para a indústria de petróleo e gás é fator decisivo para o sucesso do setor, que passaria a ter maior índice de conteúdo local e daria maior incentivo às empresas nacionais. A afirmação é do diretor de Desenvolvimento Industrial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Carlos Abijaodi. Ele participou nesta quinta-feira (21), do lançamento do livro "Construindo uma indústria nacional de petróleo offshore - a experiência da Noruega", no Rio de Janeiro. "Hoje a nossa maior necessidade é a engenharia básica. Os projetos atuais, mesmo das empresas exploradoras brasileiras, são quase todos feitos no exterior, por engenheiros que não conhecem o mercado brasileiro, os fornecedores que temos aqui", destacou Abijaodi. Segundo ele, isso faz com que as especificações dos projetos beneficiem as fornecedoras de peças e componentes, máquinas e equipamentos e também de serviços estrangeiras. Se houver uma política de privilegiar a engenharia básica brasileira do setor de petróleo e gás, não só as empresas exploradoras desses recursos naturais sairão ganhando, tendo os fornecedores mais próximos, como parceiros, mas também toda a cadeia produtiva, com mais oportunidades para as indústrias locais. "Podemos descobrir os recursos que temos aqui, além de articular mais inovações para aumentarmos a oferta de produtos e serviços", explicou Abijaodi. O diretor da CNI disse que a grande dificuldade para o fortalecimento dessa área é a educação no Brasil. "Ainda temos grandes dificuldades na formação de pessoal, tanto no nível básico quanto no mais avançado", reconheceu. "É preciso mudar isso, mas só com incentivos do próprio mercado é que as pessoas, os profissionais vão querer ir para essa area", afirmou. - O autor do livro, Helge Ryggvik, contou como foi importante para a indústria offshore da Noruega apostar na engenharia básica. "Foi fundamentalmente isso que possibilitou o crescimento da indústria, porque desenvolvemos profissionais, não somente os engenheiros mas também os profissionais de plataforma e outros, desenvolvemos uma indústria fornecedora e também contratos mais duradouros", disse Ruggvik. O livro, da editora Campus, foi lançado hoje em evento da CNI em parceria com o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), no Rio de Janeiro. Fonte: http://www.tnpetroleo.com.br/noticia/engenharia-basica-pode-impulsionar-industria-brasileira-de-petroleo/

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A wonderful serenity has taken possession of my entire soul, like these sweet mornings of spring which I enjoy with my whole heart. I am alone, and feel the charm of existence in this spot, which was created for the bliss of souls like mine.

I am so happy, my dear friend, so absorbed in the exquisite sense of mere tranquil existence, that I neglect my talents. I should be incapable of drawing a single stroke at the present moment; and yet I feel that I never was a greater artist than now.

When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image.

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